Campanha de Oraes pela Seg. Pblica

No ano em que as autoridades eclesisticas da Conferncia Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e o Conselho Nacional das Igrejas Crists (Conic) escolheram o tema segurana pblica para a Campanha anual da Fraternidade, entre os caminhos buscados e as solues apontadas no sentido de reduzir a violncia, proponho uma coalizo de pensamentos e vibraes, sobretudo mobilizando recursos espirituais ao alcance de todos, atravs de oraes, preces, vibraes e mentalizaes pela paz, para que os debates em torno da problemtica alcancem os objetivos propostos. Acontece anualmente em Salvador (BA) um movimento denominado Voc e a Paz, criado em 1998 por Divaldo Pereira Franco (mdium, escritor e conferencista esprita), objetivando a conscientizao de todas as foras vivas da sociedade, cidados e organizaes coletivas civis, religiosas e governamentais com relao paz e harmonia social, com a finalidade de acelerar a construo do progresso, dos bons costumes, do direito e da solidariedade, como meios para eliminar as excluses e para promover a riqueza, a vida e o equilbrio social. O movimento hoje realizado em diversos Estados do Brasil e tambm no exterior: Portugal, Frana, Espanha e Estados Unidos.Uma interessante experincia realizada na cidade de New York, nos Estados Unidos, atesta positivamente a influncia da prece na segurana pblica. Milhares de cidados foram convocados para emitirem pensamentos de paz, vibraes positivas e preces voltados para a segurana dos cidados e atuao nos rgos de Segurana Pblica, por um determinado perodo em que os ndices de violncia foram considerados alarmantes, confirmando-se no perodo escolhido uma diminuio nos ndices de homicdios e demais crimes em relao a um mesmo perodo em anos anteriores. Relembro a lio de f da me de um reeducando. Sincera em sua f (religio evanglica), recebera um comunicado de que seu filho tinha se envolvido em uma briga dentro da penitenciria (antigo Cepaigo) e pedia a sua presena. Na enfermaria da penitenciria, constatou que o filho estava machucado, com costelas partidas e escoriaes pelo corpo todo. Ali, na presena dos outros prisioneiros, sem outro recurso para pensar as feridas do filho, ela retirou uma pea de sua roupa ntima (angua) e utilizou como faixas para proteger os ferimentos. Limpando os ferimentos e protegendo-os com a gaze improvisada, ela perguntou ao filho se na manh do dia em que o fato acontecera ele tinha se lembrado de orar a Deus e pedir a sua proteo. Sincero com sua me, admitiu que no havia passado por sua cabea nenhum pensamento neste sentido. Achei lindo o gesto daquela me que, no recesso do corao, guardava a certeza de que Deus no desampara a nenhum dos seus filhos. Aquela me alimentava a f de que, se o seu filho tivesse dirigido um pensamento a Deus, uma prece sincera em busca de ajuda espiritual atravs da orao, receberia inspirao e ajuda do Alto, concedendo-lhe moratria ou abrandamento para os seus penares. Orientao espiritual que abrigamos em nossos coraes, sempre valiosa em todos os momentos: Em tudo que nos propomos realizar, ao iniciarmos e ao findarmos uma jornada de trabalho, quando samos para uma simples visita fraterna, quando adentramos a um veculo de transporte ou at quando recebamos em servio a notcia de um assalto, de um motim ou de ocorrncias de alto impacto emocional, enfim, em todas as circunstncias, sempre remontamos o pensamento a Deus, a Jesus e aos benfeitores espirituais, entregando-nos em suas mos e rogando-lhes a proteo em todos os lances difceis da vida.Que remdios, pois, poderamos dar aos que foram atingidos por obsesses cruis e males pungentes? Um s infalvel: a f, voltar os olhos para o cu. Se, no auge de vossos mais cruis sofrimentos, cantardes em louvor ao Senhor, o anjo de vossa guarda vos mostrar o smbolo da salvao e o lugar que devereis ocupar um dia. A f o remdio certo para o sofrimento (Mensagem ditada por Santo Agostinho em Paris no ano de 1863). Ensinam os benfeitores espirituais que o poder da prece est no pensamento e que podemos orar em toda parte e a qualquer hora, a ss ou em comum. A prece em comum tem ao mais poderosa, quando todos os que oram se associam de corao a um mesmo pensamento e colimam o mesmo objetivo, porquanto como se muitos clamassem juntos e em unssono. Quando Jesus disse que a f remove montanhas, falava no sentido moral e no de uma montanha de pedra, que sabemos impossvel remover. As montanhas que atravessam nossos caminhos e que a f transporta so as dificuldades, as resistncias, o preconceito, o orgulho, os interesses materiais, a cegueira. Podemos e devemos orar permanentemente pela segurana pblica, seja no templo catlico, evanglico, esprita, umbandista, em toda parte e a qualquer hora. No prprio ambiente de servio policial circulam esporadicamente pelo servio de rdio comunicaes, mensagens positivas com votos de bom servio com as bnos de Deus, boa folga e v com Deus, boa Pscoa, bom Natal em famlia feliz Ano Novo com muita Paz, a Paz do Senhor, numa demonstrao sincera de f. Que os coraes sensveis nos postos de comando das polcias Militar e Civil, da Segurana Pblica e da Justia em nosso Estado estimulem a orao no ambiente de trabalho e com certeza tudo o mais vir por acrscimo da misericrdia divina. Francisco de Assis Alencar Cel PM R(http://pmvida.blogspot.com)

Publicado em Artigos CEL Alencar | Deixar um comentário

Salvacionismo – um ciclo perverso

Na obra Um Modo de Entender – Uma Nova Forma de Viver, psicografada pelo mdium Francisco do Esprito Santo Neto, encontramos edificante pgina do instrutor espiritual Hammed, que esclarece sobre a armadilha psicolgica do salvacionismo, situao indesejvel na qual nos envolvemos, muitas vezes inadvertidamente, for falta de orientao segura. O salvacionismo uma das muitas tticas de autocondenao que utilizamos, de forma consciente ou no, fazendo uso da seguinte armadilha psicolgica: ter a pretenso de mudar o que no est em nosso alcance mudar. Ilusoriamente assumimos o papel de salvadores de almas, intentando sermos arrumadores da felicidade alheia, buscando, a qualquer preo, resgatar as pessoas de um conflito ou situao crtica.

As sensaes reveladoras do ciclo perverso do salvacionismo so as seguintes: pena, por acreditarmos que a pessoa que estamos auxiliando indefesa, incapaz de realizar algo sozinha; culpa, por no termos a capacidade e a competncia para amenizar o conflito alheio; santidade, por acreditarmos que temos um compromisso espiritual para solucionar as dores de outrem; ansiedade, por querermos recuperar, da noite para o dia, todo o bem perdido pelo infeliz, devolvendo-lhe a alegria de viver; raiva, medo, frustrao, sucessivamente, por nos colocarmos diante do dilema dos outros, com a enorme responsabilidade de resgatar algum do emaranhado em que se encontra e a frustrao por no percebermos a diferena entre caridade e salvacionismo.

As caractersticas da segunda etapa do ciclo salvacionista: autopiedade, humilhao por termos sido tratados como algo sem importncia. S queramos ajudar, fazer o bem ou quem sabe? resgatar dbitos do passado e mesmo afastar espritos obsessores. Quando o prprio mestre Jesus ensinou que aquele que quiser vir aps Mim, renuncie a si mesmo, tome a sua a cruz e siga-me, ofereceu-nos roteiro para que evitssemos o papel de vtimas que assumimos quando sentimos que a criatura a quem ajudamos, que julgamos ter reabilitado, no segue os ensinos que oferecemos, visto que demonstra ingratido pelos benefcios recebidos e desprezo pela nossa dedicao. Em concordncia com a ideia crist, o filsofo e matemtico grego Pitgoras sintetizou o assunto com a mxima: Ajuda teu semelhante a levantar sua carga, porm no a lev-la.

De forma inconsciente ou no, nos atormentamos magoados e ressentidos com o indivduo a quem socorremos to prontamente. Tentamos solucionar seus problemas, dissemos sim quando queramos dizer no, esquecemos de ns para pensar nas suas dificuldades, gastamos muita energia e ficamos raivosos pela incompreenso alheia. Desconsolados, nos perguntamos: Por que isto est sempre acontecendo comigo? E chegamos a justificar o nosso desalento, acusando a tudo e a todos; as pessoas so ingratas, a sociedade cruel, o mundo assim mesmo. Devemos nos perguntar: o que realmente fizemos para estar infelizes e frustrados? O que temos que modificar em nossas aes e comportamentos para sermos mais felizes e nos realizarmos?

O mentor espiritual Hammed nos ensina que esse esquema mental de querer forar a mudana de sentir, pensar e agir dos outros nos levar a descuidar da prpria existncia e a viver em constante estado de inadequao. Paulo, o apstolo dos gentios, identificou essa armadilha ao prescrever em sua epstola aos romanos: Feliz aquele que no se condena na deciso que toma (Paulo aos Romanos, 14:22). Repetir e validar o ciclo perverso do salvacionismo, cuidar e proteger sem limites, depois se vitimizar, acreditando que desventurado, que foi usado e enganado e, mais alm, atormentar, a atitude de todo aquele que se condena na deciso que toma.

O apstolo Paulo prossegue, orientando-nos na mesma carta aos romanos: – Guarda a F esclarecida para ti diante de Deus. Deus age em tudo que existe, tudo tem sua razo de ser, e no tem nada errado conosco, nada a corrigir em ns ou nos outros, a no ser melhorar a nossa forma de ver. A criatura difcil que surge em nosso caminho uma lio essencial para nossa paz e crescimento, desde que fujamos do ciclo vicioso e perverso do salvacionismo, em todo e qualquer segmento religioso que vise a formar o homem de bem.

Francisco de Assis Alencar
coronel da PM/GO. http://pmvida.blogspot.com

Publicado em Artigos CEL Alencar, Sem Categoria | Deixar um comentário

PAISPM – Programa da família miliciana

Nos meus mais de trinta anos de servios prestados Polcia Militar de Gois, todos eles junto tropa, convivendo de perto com as questes disciplinares e comportamentais, Propecia buy cheap senti que a organizao Polcia Militar, atravs dos diversos segmentos (comandantes e diretores, presidentes das Associaes de Oficiais e de Praas, da Caixa Beneficente, da Fundao Tiradentes, da Associao das Vivas e Pensionistas, etc) direcionados para o Policial Militar e seus familiares, todos estes rgos com um grande potencial a oferecer, ainda no tinham acertado um programa de ateno sade de forma integral, incluindo no s o policial militar, mas principalmente os que mais de perto conhecem a sua vida, ou seja, os seus familiares.

Participei de vrias tentativas quando ainda na ativa, com o Comando da Corporao, no sentido de criar um programa que fizesse frente demanda sempre crescente de policiais militares envolvidos com as substncias psicoativas, suas implicaes disciplinares e a nvel da sade como um todo. Logo de incio enfrentvamos um grande obstculo, a discriminao com os policiais indicados para as reunies: – eram tachados como bebuns, ps inchados, etc. Todas as tentativas foram importantes, infelizmente porm no lograram continuidade. Restava somente a aplicao do Regulamento Disciplinar (RDPMEGO), a presso atravs de transferncias e outras medidas coercitivas, como os instrumentos de conteno do uso abusivo de bebidas alcolicas e de outras drogas. Vinte e um dias de priso disciplinar para os casos mais graves era o remdio preferencial e essa punio significava a ltima advertncia.

Conhecendo um pouco da histria da Polcia Militar, at por dever do ofcio escolhido, podemos afirmar sem sombra de dvida que aps vrias tentativas no sentido de dar forma e fazer funcionar um programa com o perfil desejado, enfim, uma luz surgiu no fim do tnel. O programa PAISPM Programa de Ateno Integral Sade do Policial Militar, criado e coordenado pela major Vnia Maria Rodrigues Alencar, programa voltado exclusivamente para os policiais militares e seus familiares, constitui um marco histrico na ateno sade dos policiais militares. A bem da verdade, a problemtica das dependncias qumicas na Polcia Militar de Gois est dividida em antes e depois do PAISPM, um programa a cargo da Diretoria de Sade, coordenado pelo Depto. de Servio Social/DS desde janeiro de 1996. O PAISPM um programa consolidado e sua experincia j foi apresentada em vrios congressos de Sade das polcias e bombeiros militares do Brasil, constituindo-se como referncias para as co-irms. Dentro do programa PAISPM na pretendida ateno integral sade foram surgindo novos programas: – PAISPM-Vida que engloba ex-participantes do PAISPM em total sobriedade; PAISPM-Tabagismo; PAISPM-Famlia e PAISPM-Mineiros.

A major Vnia incluiu na PM como 2 tenente assistente social, desde o incio da carreira, escolheu a fidelidade tica profissional e o respeito aos direitos de cada um. A equipe sob a sua coordenao conhece as enormes dificuldades, mas aceitou o desafio como estmulo na busca contnua em defesa da universalizao dos direitos e do crescimento profissional.

Desde o incio do PAISPM h mais de doze anos, acompanho de perto a evoluo do programa e o trabalho de toda a equipe envolvida. A major Vnia sempre fez questo do uso correto dos termos, muitos dos quais estranhos ao meu linguajar. O programa composto por Equipe Multiprofissional de Sade, isso quer dizer que engloba o trabalho de vrios profissionais, como sejam: assistentes sociais, psiclogos, odontlogos (cirurgi-dentista), nutricionista, enfermeira, msico e a presena do mdico, com o merecido destaque, mas no como um profissional acima dos demais. Na Equipe Multiprofissional os valores se juntam para atingir um nico objetivo: – a sade e o bem-estar do participante, termo em substituio a paciente, haja vista que para ingressar no PAISPM a porta de entrada o Servio Social da Diretoria de Sade, sendo espontneo o ingresso, induzindo o participante a que assuma um compromisso com a proposta teraputica que lhe apresentada. As atividades desenvolvidas no PAISPM objetivam contribuir na melhoria do nvel de sade do policial militar e na construo de um Projeto de Valorizao da Vida. Os conceitos de sade/doena na viso da equipe seguem a linha holstica da integralidade do cidado em seus aspectos fsicos, mentais, sociais e espirituais. As aes teraputicas incluem as consultas, os exames mdicos, a terapia individual e grupal, o trabalho social com os grupos, incluindo dinmicas, palestras, musicoterapia, passeios, confraternizaes, participao em eventos, congressos, seminrios e fruns de Sade.

O sucesso do PAISPM devido, segundo a major Vnia, a um trabalho que contou desde o incio com o apoio do comandante-geral da corporao, dos comandantes de OPMs, dos grupos de auto-ajuda A.A. (Alcolicos Annimos), Cerea (Centro de Recuperao de Alcolicos), Amor Exigente, Grupo AJA com Jesus, Ministrio Pblico Estadual, Fundao Tiradentes, Voluntrios e Amigos do PAISPM e da Equipe de Profissionais de Sade. Junto aos rgos de imprensa, merece destaque o apoio do Dirio da Manh, que em vrias oportunidades divulgou e abriu suas pginas ao PAISPM.

Francisco de Assis Alencar
Cel. PM R RG 4.644 PM/GO

http://pmvida.blogspot.com

Publicado em Artigos CEL Alencar | 1 comentário

Lute pelo possvel, o ideal pode esperar

Prises psquicas, priso em si mesmo, celas psicolgicas, desconexo consigo mesmo, expresses comuns aos estudiosos do psiquismo, cujo significado transcende a esfera psicofsica, constituindo-se em objeto de estudos no plano espiritual. Braos dados com os terapeutas comportamentais, com psiclogos, psiquiatras e estudiosos do psiquismo humano, os benfeitores espirituais encaminham pelos canais da mediunidade informaes minuciosas sobre nossas mazelas psquicas, colocando-nos frente a frente com o maior responsvel por todas as aflies e o nico causador de todos os infortnios, ou seja, ns mesmos.

No precisa ser doutor ou possuir ttulos acadmicos para captar a mensagem oriunda do plano maior. Essencial que se tenha bom senso para analisar a lgica dos contedos. Com mente aberta e desprovida de preconceito, veremos a cincia e a religio como as duas alavancas da inteligncia humana: uma revelando as leis do mundo material e a outra as do mundo moral, mas todos, sem exceo, devemos esforar-nos por abrandar a expiao dos nossos semelhantes, de acordo com a lei de amor e caridade. (E.S.E. Cap. I item 8 e Cap V Item 27).

Os benfeitores espirituais vm em nosso auxlio para que nos libertemos Propecia buy das malfadadas cadeias psquicas criadas por ns mesmos. A no aceitao de si mesmo, a idealizao e a negao dos sentimentos, situaes conflituosas que alimentamos em nosso mundo interior.

Autoaceitao significa aceitar-se por inteiro, com as qualidades e com os defeitos, admitir que carregamos algo desagradvel e censurvel, mas admitir com amor e sem reprovao. Aceitar-se sem culpa apesar de tudo. Geralmente por no aceitarmos o nosso lado obscuro, criamos defesas psquicas que nos fazem acreditar sermos o que ainda no somos.
O processo de autoencarceramento psquico tem vrios estgios. O instrutor espiritual Jos Mrio ensina pela psicografia de Wanderley Soares de Oliveira na obra Quem sabe pode muito, quem ama pode mais que a idealizao acontece em relao a si prprio e tambm em relao s outras pessoas. Quando nos desconectamos das nossas reais possibilidades, passamos a idealizar, fugindo da tarefa mais importante pela qual nascemos, que aprender a amar, inclusive a si mesmo. Amar como se , mesmo no sendo o que idealizou ser.
A negao dos sentimentos acontece porque ainda no sabemos oferecer um tratamento amoroso a ns mesmos. No sabemos ouvir os prprios sentimentos. A nossa conexo espiritual passa pelo processo de escuta de ns mesmos. Nossos sentimentos traduzem as leis naturais da vida, por eles escutamos Deus e quais planos Ele tem para cada um de ns.
Os bondosos amigos espirituais nos orientam tambm como nos livrarmos das armadilhas psquicas. Esclarecem-nos que devemos lutar para conhecermos um pouco mais a nossa intimidade, ouvirmos a voz do corao e termos mais ateno aos prprios sentimentos atravs do dilogo interior. Olharmos os nossos sentimentos sem cobrarmos tributos morais. A nica razo para nos envergonharmos a de no fazermos nada para transformar nossa natureza egocntrica, sob a qual ainda nos encontramos escravizados.

Lute pelo possvel, aceite-se tal qual , faa a possvel reforma ntima, reconhecendo-se como um ser espiritual em evoluo. O ideal em nosso mundo de provas e expiaes uma meta, um objetivo que pode esperar. L chegaremos no devido tempo quando estivermos preparados e amadurecidos psiquicamente.. Um dia chegaremos l, assim como os filetes dguas de um regato seguem o mesmo destino das guas caudalosas de um rio, misturando-se ambas no imenso oceano.

Francisco de Assis Alencar Cel PM R

Publicado em Artigos CEL Alencar | Deixar um comentário

Lazerterapia no litoral Potiguar

Nem s de reunies, consultas, hospitais e tratamentos mdicos vivem os participantes dos programas coordenados pelo Servio Social/DS. Os programas PAISPM – Programa de Ateno Sade do Policial Militar e PSPD – Programa Sade para o Diabtico so orientados em consonncias com as diretrizes dos rgos internacionais de sade, entendendo a sade no somente como a ausncia de doenas, mas, sobretudo, como uma condio de bem-estar fsico, psquico, espiritual e social. Neste sentido, desde a criao dos programas, concomitantemente com as terapias tradicionais, o lazer programado e assistido pelas assistentes sociais coordenadoras dos programas de sade, contribui decisivamente para o tratamento. As opes de lazer como formas de terapia incluem desde o cro teraputico, as confraternizaes e as viagens tursticas.

Inicialmente as coordenadoras das viagens, aps pesquisarem as diversas opes e roteiros, colocam em votao com os participantes dos grupos, fechando ento o pacote com a agncia que oferea as melhores condies e, a partir dessa escolha, os interessados fecham os contratos individualmente. A cidade de Natal-RN foi escolhida como rota para a terceira viagem, programada e realizada de 05 a 12 de agosto de 2008, com o indispensvel apoio do coronel Jorge Renato da Costa Azeredo, Diretor de Sade da PM/GO.

A viagem area com escala em Braslia e Fortaleza, logo foi compensada assim que avistamos o oceano, deixando-nos maravilhados e em estado de graa. O visual do mar, as ondas embranquecidas, os ventos constantes, funcionam como uma terapia da alma. O corpo e a vida como um todo entram em um novo ritmo. Coraes e pulmes agradecem as lufadas de oxignio respiradas a longos haustos. Uma semana que vale pelo ano inteiro. Corpo e alma sintonizados com os ritmos exuberantes da natureza. O mar um espetculo grandioso, cheio de energia, sons e cores, combinaes perfeitas que produzem um bem-estar geral.

So tantas as emoes. Desde a recepo no aeroporto, os guias repassam as informaes: – O sol potiguar aponta sobre o mar s 05h30 e se pe por volta das 17h30, logo anoitece mais cedo do que no planalto central. O espetculo do sol aparecendo sobre as guas do Atlntico divino. O passeio de Buggy nas dunas de Genipabu no litoral norte de Natal, oferece modalidades de Com ou Sem emoo, ao gosto do fregus. Passeio Roberto Carlos com emoo e direito a manobras radicais sobre as dunas; j o estilo Waldik Soriano o trivial, sem manobras e sem os sobressaltos emocionantes. O paraso das emoes em Genipabu: – cenrio de filmes e novelas, lagoas deslumbrantes, dromedrios, ski-bunda sobre as dunas, artesanato variado, comidas tpicas e banhos de mar ou nas guas doces das lagoas.

Ainda pelo litoral norte, o Forte do Reis Magos, fortaleza martima construda pelos portugueses, um marco histrico datado de 1598, com todas as dependncias preservadas, proporcionando uma viagem no tempo, onde revemos a histria dos nossos ancestrais. A ponte Forte-Redinha Newton Navarro concluda recentemente, uma obra de engenharia moderna, carto postal da cidade. Visitamos o Aqurio Natal onde existem cerca de sessenta espcies de animais e possui um tanque que permite o toque manual nos tubares.

Seguindo para o litoral sul pela rota do sol, sempre com a inseparvel cmera digital, fomos registrando tudo que podamos: – O monumento da base de lanamento de foguetes Barreira do Inferno no municpio de Parnamirim e o maior cajueiro do mundo em Pirangi do Norte; depois a praia de Bzios, experimentamos o banho na Lagoa de Arituba e chegamos at Pipas, uma praia movimentada e em tudo semelhante ao Arraial Dajuda em Porto Seguro – BA.

Entre tantas emoes, tambm cuidamos do esprito. Em confraternizao sadia nos reunimos no Deck superior do hotel para a prece coletiva; em seguida, fizemos uma brincadeira de amigo secreto, com direito a carto de mensagens e troca de presentes. Permanecendo um clima de amizade e alegre companheirismo, ao trmino da viagem fica a saudade das paisagens e dos dias de alegre convivncia, conforme registro de alguns participantes da viagem:

- Seguindo o raciocnio: A boca diz do que est cheio o corao, ento, esta viagem foi para mim indescritvel. Tive oportunidade de aumentar o vnculo de amizade com os colegas antigos e fazer novos amigos. Convivi neste grupo com pessoas maravilhosas. Agradeo a Deus por tudo que aconteceu, pelos momentos de alegria, entusiasmo e felicidade. Quero registrar meu agradecimento ao PAISPM, por ser a porta de entrada para a felicidade e qualidade de vida. Registro feito pelo soldado Kadmo.

- Participo do PAISPM h mais de 10 anos, graas a Deus sempre em sobriedade. Fico feliz e satisfeito em participar do passeio cidade de Natal-RN, juntamente com meus familiares. Fizemos novos amigos e conhecemos lugares maravilhosos. Graas equipe do PAISPM e a major Vnia que sempre me deu um voto de confiana. Registro feito pelo sargento Paulo Pereira dos Santos.

- Agradeo em primeiro lugar a Deus e tambm equipe do PAISPM sob a coordenao da major Vnia por nos dar a oportunidade de participarmos de uma to maravilhosa viagem, uma verdadeira terapia que me deixa sem palavras para expressar tantas belezas. Um passeio completo em todos os sentidos: – transporte, hospedagem e os locais encantadores no litoral potiguar. Registrado pelo soldado Agostinho.

- Tive imenso prazer em participar desse maravilhoso passeio. Foi uma terapia para o corpo e para a alma, pois convivi entre amigos e pessoas muito agradveis. J estou na lista de espera para os prximos passeios. Que Deus abenoe a todos, principalmente os organizadores. Com carinho: Nadir Nvea.

- Passeio lindo, maravilhoso. Major Vnia e sua equipe recebam minhas congratulaes e que Deus continue abenoando para que possamos estar juntos em novas oportunidades. Registro de Ernice.

Atingimos mais uma meta traada para o ano de 2008. A primeira vista pode parecer que um passeio turstico no uma prioridade da organizao Policial Militar, mas a cada dia fortalecemos na idia de que estamos no caminho certo e de que, aes planejadas e executadas com esprito de equipe e determinao, melhoram sensivelmente o ambiente interno da Corporao, refletindo na atividade fim que o servio prestado populao. Pela passagem do sesquicentenrio da corporao, com muita honra os goianos Viagra buy aplaudem a sua gloriosa Polcia Militar, honra que compartilhamos em dar o nosso contributo ao cumprirmos fielmente a profisso que abraamos.

Publicado em PAISPM | Deixar um comentário

Sesquicentenrio da Polcia Militar – GO

Em Levitra buy grandiosa festa, com direito queima de fogos e desfile de todos os comandos, a Polcia Militar comemorou os 150 anos de fundao prestando na noite de sexta-feira (1) homenagem a mais de 1,2 mil pessoas, entre civis, autoridades e militares, na Academia da PM, no Setor Leste Universitrio. O governador Alcides Rodrigues, o vice Ademir Menezes, o senador Marconi Perillo e o secretrio nacional de Segurana Pblica, Ricardo Balestreri, foram alguns dos homenageados com a Medalha da Ordem do Mrito Tiradentes, grau Gr-Cruz.

Como em toda festa de aniversrio, no sesquicentenrio da PM, no poderia faltar Parabns pra voc. A msica foi tocada pela banda da PM e cantada por todas as pessoas presentes na Academia de Polcia. Tambm com grande emoo por parte dos policiais, o hino da corporao foi declamado.

A Major Vania Alencar foi homenageada com a medalha do sesquicentenrio pelos relevantes servios prestados Corporao. Em noite solene estava acompanhada do esposo – CEL PM R Alencar -, do filho – 1 TENENTE Lusdenes – da filha Lorena e do sobrinho Guilherme.

Publicado em Sem Categoria | 2 comentários

7ª C.I.P.M realiza dia de palestras sobre a importância da saúde do Polícia Militar

 

Preocupados com a sade do policial militar, o comando e profissionais da sade da 7 C.I.P.M realizou em 16/04/07, no plenrio da Cmara de Vereadores um importante dia de palestras e outras atividades atravs do programa PAISPM. Policiais das cidades jurisdicionadas da referida companhia marcaram presena neste evento que contou com participao de Vnia Maria Rodrigues Alencar Major Assistente Social e Coordenador do PAISPM; Lucimar C. de Almeida Santos Sgt Psicloga do HPM; Capito Carlos Ailton de Oliveira – Comandante da 7 C.I.P. M; Ten. Tlio Jorge Franco Mdico da C.I.P. M; Cabo Giuliane Giselle Vinhal Silva Vaz psicloga daquela companhia; Sgto Clauder e Sd. Kdmo – PAISPM Vida; juntamente com representantes de vrias instituies que apiam este programa.

Nossa reportagem comeou ouvindo Major Vnia que falou sobre este acontecimento: Este evento representa muito para ns e quero enaltecer o trabalho do comandante, Cap. Ailton a Cabo Giuliane, Dr. Tlio que pensaram de promover este evento que valoriza a vida e representa a preocupao e o interesse no cuidado com o policial militar em no s prestar servio a comunidade, mas que ele tambm esteja bem, esta uma preocupao que vai beneficiar a comunidade. Sou assistente social e coordeno o departamento de servio social da Policia Militar do Estado de Gois e para que estivssemos aqui hoje tivemos o apoio do comando geral na pessoa do Comandante Geral Cel. Edson, Cel. Renato que permitiram que eu a Sgt Lucimar, Sgt Clauder e Sd. Kdmo que fazem parte do PAISPM nos deslocssemos at aqui. O objetivo que faamos preveno e promover tratamento pra quem est enfrentando o problema de uso indevido, que tem repercusses sociais importantes e completamente inadequadas para o exerccio da nossa profisso. Foi importante a citao do Major Francisco porque a reivindicao inicial para nossa vinda ocorreu desde sua gesto, ele tem a sua contribuio desde a poca que era o comandante e ele esteve aqui feliz com nossa presena e a realizao deste evento.
Cabo Giulliane, coordenadora deste seminrio tambm falou Cialis buy ao contato10.com: Diante das dificuldades que temos visto no quartel, notamos uma necessidade de ser trabalhada a sade tanto fsica como mental porque um policial militar que esta bem fsica e mentalmente vai desempenhar um bom trabalho com produtividade, resguardando sua imagem e da corporao, comeando dentro de sua prpria casa todo bem que deve praticar no desempenho da sua funo. Ao percebermos que alguns tm maiores dificuldades em evitar alguns males com ndice at acentuados dentro da policia militar e diante destes fatos formamos uma equipe e decidimos estar trabalhando e montando um grupo de apoio no s para o militar, mas tambm para a famlia e com isto reforar o apoio a este profissional, levantando sua auto estima e motivao em todos os setores de suas vidas, para que ele possa ter foras suficientes nas dificuldades da vida. Este foi o nosso primeiro passo com a palestra da Major Vnia e Sgt Lucimar que desta forma implanta oficialmente o programa PAISPM em nossa cidade.
Capito Ailton, comandante da 7 C.I.P. M fez o seguinte comentrio: Esse evento que teve como tema A Importncia da Sade para o Desenvolvimento da Atividade Militar revela a nossa preocupao com a valorizao humana, do pblico interno, sua qualificao profissional, visando atender com qualidade e eficincia o pblico externo, desenvolvendo um servio de segurana pblica com qualidade. indiscutvel que a sade de fundamental importncia para que possamos desempenhar bem nossas funes e nessas palestras tivemos um dia de reflexo onde foram abordadas alguma situaes que interfere na sade fsica, mental e espiritual do policial militar, temas sobre alcoolismo, dependncia de substncias psicoativas como drogas na sua maior adversidade possvel e tambm a questo do estresse e sua influncia na atividade policial militar.

Publicado em PAISPM | 1 comentário

Assistentes sociais: profissionais a servio da vida digna

com grande alegria que neste 15 de maio, dia do assistente social, saudamos os assistentes sociais do Brasil. Saudamos a UCG e todas as universidades que formam estes abnegados profissionais Brasil afora. Queremos destacar a importncia do profissional desta rea que desenvolve um trabalho rduo, srio, competente, caloroso, efetivo e verdadeiro na formao de homens e mulheres capazes de enfrentar a enorme problemtica social vivenciada pela populao goiana/brasileira, especialmente, quela sem eira nem beira, excluda e marginalizada.

Os assistentes sociais emprestam suas vidas a conscientizar, alertar e conhecer a vida de seus semelhantes, e assim abrir caminhos para possibilitar um melhor encaminhamento e soluo dos problemas de uma grande parcela da sociedade que so tratados de forma diferente. Profissionais que entreajudam a superar polticas manipuladoras e demaggicas para polticas pblicas sociais promotoras do desenvolvimento social para todos homens e mulheres das cidades e dos campos. O desenvolvimento econmico s tem sentido com o desenvolvimento social integrado.

Nesse mais de meio sculo de regulamentao da profisso, o que mais intrnseco natureza dessa profisso, e que vem se confirmando no intercurso desses anos: a luta contra o desemprego, contra as desigualdades e contra a violncia. Um compromisso trplice tomado como distintivo da ao desse profissional. O debate sobre a superao das desigualdades sociais injustas e pela construo de uma nova sociedade sem explorados e sem exploradores. Sociedade de cidadania, promoo humana e assistncia social verdadeira (SUS, Suas, conferncias, conselhos, fruns, movimentos sociais).

Crticos e comprometidos com a justia social, com a realizao de direitos humanos e com a ampliao da cidadania, o desempenho do assistente social justifica-se integralmente em uma sociedade onde a questo social reflete-se na vida de milhes de famlias e indivduos. Aps 70 anos de existncia e 50 anos de regulamentao no Brasil, o Servio Social identifica-se como a profisso cujos profissionais combatem, por ofcio e por deciso tico-poltica, todas as formas de violao de direitos, discriminao e subalternidade. Os assistentes sociais executam suas atribuies com um ensejo claro: uma sociedade justa, formada por homens e mulheres completos, construda como manifestao no s de resistncia s formas de violncia, de ataque dignidade humana, mas de consolidao de direitos sociais, culturais, econmicos e polticos.

Igualdade, trabalho e empenho contra todas as formas de violncia e excluso so disposies que atestam a importncia desse profissional na reivindicao e na defesa pblica das polticas sociais como resultado de seu pacto com os sujeitos protagonistas. Concebida e edificada historicamente, no palco de contradies sociais dentro da economia capitalista, o servio social hoje demarcado por essa intencionalidade profissional clara, amadurecida pelas lutas e conquistas Viagra buy no campo dos direitos, tantas vezes reconhecidos, mas nem sempre constitudos.

Neste dia do assistente social ressaltamos mais uma vez a importncia de cada um e de todos/as. importante que o mundo do servio social tenha conscincia que o resgate da histria de 50 anos de profisso regulamentada deve ser retomado a partir da sua importncia no presente, na vida de seus usurios, no empenho pela composio de direitos, no combate cotidiano a toda forma de injustia. Somente com esse parmetro, possvel estabelecer o futuro que ensejamos para a profisso e para ns, profissionais.

No entanto, h um contexto tambm trplice de desafios para a profisso: fortalecimento de nossas entidades organizativas, incremento na qualidade da formao profissional, e empenho pela conquista de respeito profissional e ampliao do campo profissional e adequadas condies de trabalho. De sada, preciso confirmar que a sociabilidade que defendemos exige uma interveno qualificada, desprovida de preconceitos, municiada com saberes especficos, baseada na inteligncia contida nos princpios ticos fundamentais, a favor da eqidade e da justia social, da universalidade de acesso aos bens e servios. O compromisso com os interesses da populao usuria no se realiza sem competncia tcnica (saber pensar, refletir e fazer), tica (saber ser, ter, comportar, ver e agir) e poltica (saber participar, organizar, partilhar e realizar o bem comum).

Esse compromisso deve sempre converter-se em uma interveno direcionada na defesa dos direitos sociais numa conjuntura que, nos dias atuais, merece destaque pela transformao em curso, capitaneada por um projeto de Estado que tem referncia mxima na cidadania e na democracia por um projeto de governo que tem compromisso poltico-programtico, que fomente a consolidao dos direitos humanos.

Para alm do discurso, o que nos anima a comemorar com esperana o dia do servio social, justamente conviver com o processo contemporneo de reorganizao, racionalizao e ampliao de polticas sociais pblicas que conformam hoje uma rede de proteo social no Pas nunca antes consolidada. O trao fundamental dessa histria, escrita dia aps dia no presente, a mescla dos valores da tica, da democracia, da justia social e da solidariedade humana com uma ao poltica republicana nascida de um pacto federativo comprometido com a universalizao da cobertura de proteo social populao usuria de direitos e deveres sociais.

Nesse sentido, ser assistente social rebelar-se contra a histria de predomnio da indiferena e, ao olhar para o passado, construir no presente, em uma trajetria de responsabilidade civilizatria, o futuro que todos ambicionamos: cultura da paz, justia social, oportunidades e chances iguais, progresso material e espiritual e assim o desenvolvimento sustentado para homens e mulheres do planeta azul. E neste dia importante lembrar nomes como o de dom Fernando, dom Antnio, d. Washington, d. Antonieta, Eline, Tina, Maristela, Aparecida, Orelina, Terezinha, Athos, Regina, Climaco, Mariana, Regina Sueli, Sandra Faria, Neimy, Walderez, Masa, Carmem, Eleusa, Marilene, Omari, Darci, Zez, Leile, Glucia e tantos e tantos nomes de gente lutadora, briosa, que fizeram e fazem histria no Servio Social.

Parabns, assistentes sociais que fazem, todos os dias, com que a chama da esperana se renove dentro de cada um de ns e de todos brasileiros das cidades e dos campos/cerrados. Escolher a vida digna de ser vivida hoje e sempre porque um outro mundo possvel e desejvel. Histria, memria, identidade e compromissos na vida e no trabalho, na famlia e na comunidade, nas universidades e na sociedade que queremos sempre mais e melhor, justa e fraterna. Vocs so pessoas, sujeitos, protagonistas e assim portadores de muitas alegrias e esperanas neste sculo XXI. Muitas, mil felicidades. Hoje e sempre.

Pedro Wilson Guimares deputado federal PT/GO. Ex-prefeito de Goinia. Professor das universidades Catlica e Federal de Gois.

Publicado em Servio Social | Deixar um comentário

MAJ Vania Alencar recebe a mais alta comenda pela Assemblia Legislativa de Gois

O Dia Internacional da Mulher, comemorado mundialmente no dia 8 de maro, foilembrado no dia 10/03 durante sesso especial na Assemblia Legislativa, em Goinia. Presidido pela deputada Isaura Lemos o evento teve incios 20 horas no Plenrio Getulino Artiaga,onde foram homenageadas cerca de 80 mulheres goianas, que se destacaram no desempenho de suas funes.

As mulheres receberam, da Casa de leis, duas homenagens, sendo a primeira, pelo dia 8 de maro, em que celebram as conquistas femininas e a segunda, pelo dia 25 de novembro, Dia do Combate Violncia Contra a Mulher.

 

Sesso Especial na Assemblia Legislativa presidida pela deputada Isaura Lemos

Para a realizao do tradicional evento, cada parlamentar indicou nomes que se destacaram em suas reas para receber a Comenda Berenice Artiaga, primeira mulher a se eleger Propecia buy deputada em Gois e a Medalha do Mrito Legislativo Pedro Ludovico Teixeira.

 

A homenagem apenas uma forma de reconhecer a atuao e o desenvolvimento das mulheres na sociedade. Uma forma de valorizar cada servio prestado por cada uma delas, afirma Isaura Lemos.

Major Vnia foi indicada pelo deputado Queiroz, Coronel R/R

Foramhomenageadas professoras, donas de casas, bispas, missionrias, militares, chefes de cozinha, entre outras atividades. Representando a Polcia Militardo Estado de Gois, a major QOSPM Vnia Alencar, Assistente Social foiindicada pelo Deputado Queiroz, Coronel R/R e Ex-Comandante Geral da PMGO, no s por suaexpresso no desempenho de atividades sociais entre os policiais militares, mas principalmente pela preocupao emajudar a Polcia Militarna busca pela qualidade de vida de seus integrantes.

Publicado em Servio Social | 2 comentários

Homenagem s mulheres na Assemblia Legislativa

O Dia Internacional da Mulher, comemorado mundialmente no dia 8 de maro, foi lembrado ontem (10) durante sesso especial na Assemblia Legislativa. Presidido pela deputada Isaura Lemos (PDT) o evento teve incio s 20 horas no Plenrio Getulino Artiaga e homenageou cerca de 80 mulheres goianas.

De acordo com a deputada, as mulheres receberam duas homenagens importantes na Casa durante o ano. A primeira, pelo dia 8 de maro, em que celebraram as conquistas femininas e a segunda, pelo dia 25 de novembro, Dia do Combate Violncia Contra a Mulher.

Para a realizao desse tradicional evento, cada parlamentar indicou nomes que se destacaram em suas reas para receber a Comenda Berenice Artiaga, primeira mulher a se eleger deputada em Gois e a Medalha do Mrito Legislativo Pedro Ludovico Teixeira.

Levitra whithout prescription align=”justify”>A homenagem apenas uma forma de reconhecer a atuao e o desenvolvimento das mulheres na sociedade. Uma forma de valorizar cada servio prestado por cada uma delas, afirma Isaura Lemos.

 

As homenageadas foram professoras, donas de casas, bispas, missionrias, militares, chefes de cozinha, entre outras atividades. Representando a Polcia Militar e indicada pelo Deputado Queiroz, Coronel R/R e Ex-Comandante Geral da PMGO, a major QOSPM Vnia Alencar, Assistente Social, tambm ser homenageada.

Publicado em Sem Categoria | Deixar um comentário

Palestra sobre Codependncia com MAJ Vania Alencar

2 Cia. do BPMRv realiza ciclo de palestra sobre a sade do policial militar e familiares

Jornalista / Portal PMGOA sade algo fundamental na vida de uma pessoa. A produtividade de uma pessoa depende do bem estar prprio e de seus familiares. Pensando nisso o Batalho de Polcia Militar Rodovirio, atravs da 2 Companhia do BPMRv, realizou no dia 22 de fevereiro na cidade de So Luiz de Montes Belos, o primeiro ciclo de palestras com o tema a Sade do Policial Militar e seus dependentes.

O evento que contou com o apoio da Fundao Tiradentes, Diretoria de Sade da PMGO e Prefeitura Municipal de So Luiz de Montes Belos, aconteceu no auditrio da Cmara Municipal, contando com um pblico de cerca de 200 pessoas, entre policiais militares e familiares.

Durante todo o dia foram realizadas palestras com nutricionista, psicloga, assistente social, odontologa, cardiologista, e outros temas relacionado sade o homem e da mulher.

Na opinio da representante Cialis whithout prescription do departamento de odontologia do Hospital da Polcia Militar tenente Vnia, a preveno ainda o melhor remdio, e com certeza mais barato. A maioria dos problemas de sade vem do mal habito alimentar. Promovemos palestras tudo com o objetivo de conscientizar os policiais militares da importncia de cuidar bem de sua sade ressaltou a tenente.

O comandante do BPMRv tenente coronel Mrcio Gonalves de Queiroz, elogiou a iniciativa da 2 Cia. comandada pelo capito Eldecirio. Quando cuidamos de nossa sade, produzimos mais, dessa forma prestamos melhor servio sociedade afirmou o comandante.

Representando o comandante geral da PMGO coronel Edson Costa Arajo, o comandante do 7 CRPM coronel Adeval Pereira Nunes, falou de sua felicidade em poder ver o auditrio lotado, pois isso significa que o policial militar est preocupado com sua sade e de seus familiares. Segundo ele projetos dessa natureza tm que ser desenvolvido com maior freqncia, dessa forma a corporao estar incentivando a todos a mudar seus hbitos de vida e dessa maneira adquirir melhor sade.

A prefeita municipal de So Luiz dos Montes Belos, Marisa Guimares, elogiou a iniciativa da realizado do primeiro ciclo de palestras com o tema sade dos policiais militares e familiares. Para a prefeita com iniciativas como est todos sai ganhando.

O idealizador do projeto capito Eldecirio, fez questo de frisar que estava muito feliz em poder ajudar seus irmos de farda a apreender um pouco mais sobre a importncia da sade para o sucesso na sua carreira. Segundo ele a semente foi lanada e os frutos vo ser colhidos em um futuro bem prximo.

Publicado em Sem Categoria | Deixar um comentário

Diretoria de Sade da PM realiza lazer teraputico para recuperao e integrao de policiais

Elaborado pelo Departamento de Servio Social/DSda Polcia Militar de Gois, o Lazer Teraputico neste ano de 2007 foi realizado na cidade de Porto Seguro na Bahia. Foi uma semana de integrao entre os participantes de vrios grupos de recuperao

A realizao do evento ficou sob a coordenao da Major VANIA MARIA RODRIGUES ALENCAR – Assistente Social; MAJ CRITA REGINA DA SILVA – Farmacutica; MAJ GILDCIO M. PIRES SILVA – Enfermeiro; e do SGT MARIA SUELI DA SILVA – Assistente Social.

Durante o passeio do lazer teraputico foram visitadas vrias praias e povoados. Entre eles:
- Passeio de Chalana pelo rio Joo de Tiba, bastante movimentado, incluindo banhos na praia de Sto. Andr, Banho de lama teraputica, visita a ilha do Sol (paraso dos doces) e almoo em restaurante s margens do rio.
- Praia de Trancoso, visita ao Arraial Dajuda e suas lindas praias com Falsias;
- Passarela do lcool em P. Seguro, visita ao Centro Histrico;
- Confraternizao no Centro de Lazer Toa a Toa;
- Banhos na praia de Taperapuan em frente ao Hotel Sueds.
- Eco Park no Arraial Dajuda, entre outros.

Participaram da viagem:
- PAISPM: 06 participantes;
- PSPD: 46 participantes;
- DS: 11 participantes;


Pela primeira vez aps 12 anos de existncia do PAISPM e 10 anos do PSPD, realizamos um sonho Viagra whithout prescription acalentado por todos os participantes, sonho que se tornou realidade graas ao apoio do Comando da Corporao e a unio de esforos da equipe Multiprofissional de Sade. Ressaltamos que nada disso seria possvel sem o trabalho social coletivo, fator relevante que permitiu a agregao dos componentes dos diversos grupos. Conscientes do valor teraputico de um passeio em conjunto, no mediram esforos para realiz-lo. Observamos desde o incio o empenho de cada um, melhorando visivelmente o estado geral da sade, a qualidade de vida, inclusive em relao s finanas, que deveria ser feita individualmente, a partir do fechamento do pacote turstico com a empresa operadora.

Muitos dos participantes dessa viagem estavam conhecendo o litoral pela primeira vez, desfrutando assim do agradvel clima e deliciando-se com a comida baiana.

A viagem deixou saudades e abriu novos horizontes, facultando um bem-estar e um estado de esprito propcio para a sade. Houve grande harmonia entre todos, aproveitando a oportunidade para se conhecerem melhor e assim desfrutarem de agradveis companhias.

Vania Maria Rodrigues Alencar – Maj. QOSPM
Supervisora Departamento Servio Social

Porto Seguro
O final de julho de 2007 foi marcante para os componentes do Grupo dos Diabticos do HPM. A Equipe do SERVIO SOCIAL, com sua infinita dedicao, no mediu esforos para proporcionar a esse grupo um passeio inesquecvel . Aportaram em Porto Seguro, com suas belezas inimaginveis, foi o mesmo que mergulhar no passado rico e glorioso do nosso Brasil. A travessia da balsa, o banho de lama, a Costa de Santo Andr, o abrao do rio com o mar so de inebriar a alma de todo ser que cmplice desse museu natural. O charme de Trancoso, com suas praias de gua morna, leva o ser humano ao deleite. Arraial D’Ajuda, com mar e rios entrelaados, as falsias e coqueirais testemunhando o cenrio; realmente emocionante. Com a alma aquecida e o olhar mais largo, a interao do grupo foi pura harmonia. impossvel seguir a caminhada sem os detalhes dessa viagem, pois eles so inapagveis de nossa memria. Que o Senhor continue abenoando o dinamismo admirvel dessa Equipe, pois ela parte integrante de nossas vidas. Herta Borges de Almeida.

Depoimento SD Regina Mrcia:
Para mim foi uma experincia nica, inesquecvel mesmo, pois nessa viagem realizei os dois grandes sonhos, conhecer o mar e viajar de avio, sendo que os dois so de tremenda emoo.
Por outro lado conhecer pessoas maravilhosas conviver com as mesmas durante alguns dias foi um enorme prazer todos ns nos interagirmos muito bem uns com os outros, conhecer praias lindas conviver alguns dias com os baianos que so pessoas bastantes agradveis usufruir de sua culinria extica e sua diverso espontnea.

Acredito que conhecer o mar e viajar de avio foi uma experincia nica no s para mim mas para muitas pessoas que ali estavam, harmonia que houve entre os grupos PAISPM e PSPD, foi incrvel e algo muito importante no grupo dos diabticos nos deu muita alegria nenhum participante passou mal, todos se recolhiam e levantavam com novas expectativas de conhecer locais lindos guiado por guias muito atenciosos, no final do dia nos jantares, era aquela alegria cada um querendo compartilhar cada momento do dia.

Portanto esse passeio teraputico foi uma das melhores viagens que j fiz, nesse momento s posso agradecer a toda equipe coordenadora por nos proporcionar essa maravilhosa viagem e em consequncia agradecer a todos que nos deram apoio.

Regina Mrcia Pereira de Morais

Publicado em PAISPM | 3 comentários

PAISPM e PSPD em Planaltina de Gois

No dia 16 de Agosto de 2007, entre as 08 e 11:45 horas, equipes da Diretoria de Sade da PMGO a pedido do Comandante do 21 BPM em Planaltina de Gois estiveram na unidade, onde realizaram um trabalho de Educao em Sade, que conteve: palestras, verificao de PA (presso arterial) e Glicemia, depoimentos dos Policiais Militares participantes do PAISPM em sobriedade, e musicoterapia.

Os policiais que apresentaram alguma alterao nos exames foram orientados quanto aos procedimentos a serem tomados para que o problema no seja agravado, sendo o primeiro deles a busca por assistncia mdica.

Durante as palestras foram abordados temas como o alcoolismo e a obedisidade, problemas que atingem uma grande parcela da populao, mas que muitas vezes so vistos como hbitos naturais.

De acordo com a Major Vnia Alencar – Assistente Social da PMGO, “os policiais militares participantes do evento aps ouvirem os depoimentos sobre os benefcios da abstinncia ao lcool afirmaram que o trabalho de educao em sade realizado na unidade causou impacto positivo, vindo de encontro as necessidades dos mesmos”. A Major ressaltou que o apoio do Comandante do 21 BPM foi fundamental para realizao do evento.

Participaram da visita ao 21 BPM a equipe composta pelos seguintes profissionais da rea de sade da PMGO:
Maj. Vnia Maria Rodrigues Alencar – Assistente Social
Ten Gustavo Dfico Bernardes – Endocrinologista
1 Sgt Gilson Rodrigues de Oliveira – Msico
1 Sgt Diana Maria da Silva Falco – Tcnica enfermagem
Equipe convidada:
Sgt PM Francisco Clauder M. Melo – R/R
Sgt PM Paulo Pereira do Santos – 9 BPM
Sd PM Jos Maria da Silva – 1 BPM

Neila de Castro Alves – 1 Ten PM
Fonte: Vnia Maria Rodrigues Alencar – Maj. QOSPM
Supervisora Departamento Servio Social

Publicado em PAISPM | Deixar um comentário

Solenidade do Programa de Ateno Integral a Sade do Policial Militar – PAISPM

Rubens Alexandre – 1 Sgt QPPM – Jornalista / Portal PM GO

A sade e o bem estar do policial militar algo fundamental para o sucesso do mesmo na vida profissional e familiar. Dentro dessa filosofia o Programa de Ateno Integral a Sade do Policial Militar PAISPM, vem desenvolvendo ao longo dos anos o trabalho de conscientizao dos policiais militares sobre as conseqncias do uso de substncias psico-ativas, incentivando os mesmos a procurar uma melhoria na sade e o alcance da sobriedade.

Sargento Gilson (Regente) e Coro Teraputico

Em clima de festa, ocorreu no ltima Tera-feira (11), no auditrio da Secretaria de Segurana Pblica, a solenidade de entrega de certificados de sobriedade aos policiais militfares participantes do PAISPM. Para a supervisora do Servio Social da Polcia Militar e coordenadora do evento major Vnia Maria Rodrigues de Alencar, esse projeto algo realmente gratificante, capaz de alegrar o corao daqueles que de uma forma ou de outra participam direta ou indiretamente de passo vitorioso na vida dessas pessoas.

Abertura da Solenidade

Na abertura dos trabalhos, a major Vnia Maria fez uma apresentao do PAISPM, mostrando a todos os resultados obtidos no ano de 2007, que segundo ela foi um ano de realizaes, onde os objetivos foram alcanados graas ao esforo de toda equipe do programa e de voluntrios que dedicam parte de suas vidas a ajuda ao prximo.

Familiares

 

Major Vania entregando certificado

 

Ten Cel Luival entregando certificado

Representando o comandante geral da Polcia Militar coronel Edson Costa Arajo, o coronel Odair ngelo de Menezes, comandante do 2 CRPM, falou sobre a importncia desse trabalho desenvolvido pela major Vnia e equipe. Segundo o coronel Menezes esse trabalho faz com que o policial militar volte a ter uma vida social saudvel, e acima de tudo resgatando sua dignidade.

Em seu depoimento o soldado Antnio Maria da Silva que est na sobriedade a dois anos e meio, falou de suas vitrias, relatando um pouco do que era sua vida antes e depois que conheceu o programa e passou a fazer parte da famlia

Coronel Menezes entregando certificado

Major Vera Lcia entregando certificado

Coronel RR Alencar prestigiando o evento

 

Apresentao do Coro Teraputico

 

Certificado de Sobriedade

Contemplados com o Certificado de Sobriedade

 

Contemplados com o Certificado de Sobriedade

 

Mesa Diretiva aplaude contemplados

 

Contemplados com o Certificado de Sobriedade

 

Contemplados com o Certificado de Sobriedade

 

Ten Cel Luival encerra o evento agradecendo a participao dos familiares e parabenizando os contemplados

Publicado em PAISPM | Deixar um comentário

Festa a Fantasia 2007

O primeiro Baile a Fantasia da Diretoria de Sade da Polcia Militar, organizado pela coordenao do Departamento de Servio Social aconteceu na sexta-feira, 26/10, com incio s 21 horas. O evento foi realizado para comemorar os 12 anos do Programa de Ateno Integral Sade do Policial Militar – PAISPM, 10 anos do Programa Sade para o Diabtico – PSD e o Dia do Funcionrio Pblico.

O Baile teve por objetivo a confraternizao entre os integrantes dos grupos e seus familiares. A empolgao era total e a felicidade estava estampada nos rostos dos frequentadores dos programas e tambm dos colaboradores.

De acordo com a Major vnia, uma das idealistas do baile, ele foi uma oportunidade para se mostrar que uma festa tambm pode ser badalada sem o uso de bebidas alcolicas. Afirmao confirmada por vrios dos presentes.

O Sd Antnio Marinho da Silva, est h 2 anos e 6 meses no PAISPM e afirmou que o baile “uma experincia nova no grupo, muito bom e um incentivo integrao”. A esposa dele, Maria Socorro disse que para ela no teve coisa melhor do que o marido participar do PAISPM. O policial falou que estava no fundo do poo e pessoas estenderam as mos para ele, depois que passou a fazer parte do Programa ele quem passou a ajudar os outros a sarem dele.

Para o 2 Sgt Antnio Soriano, que est h 5 anos no PAISPM o baile a fantasia uma novidade, “sair com a famlia, se divertir mais e bola para frente”. Segundo suas prprias palavras, ele estava cado em uma depresso, mas depois que passou a frequentar o programa considera que melhorou mais de 50%.

Sobre a experincia no PAISPM o 2 Sgt Paulo Pereira dos Santos, h 10 anos no grupo, disse que foi indicado para o Programa pelo comandante do Batalho de Choque na poca.

“Significou uma mudana total na minha vida”. A esposa dele Joana Darc acha que foi a coisa mais maravilhosa que aconteceu na vida deles. “Mesmo com a resistncia inicial, depois de uma internao, constatou definitivamente que o lcool estava prejudicando a sua vida e a da famlia”, ressaltou Paulo. Quanto ao baile ele acrescentou que mais uma forma de se criar vnculos, “parecendo que fazemos parte de uma mesma famlia”.

Vanderlei Alves Silva marido da Sargento Suely, que uma das responsveis pelo PAISPM e PSD, contou que acompanha a esposa em alguns eventos e que eles ajudam na integrao dos participantes e na superao de barreiras.

A senhora Nair Maria de Jesus dos Santos, est h cerca de 6 anos no Programa Sade para o Diabtico e diz achar o programa abenoado e o evento um incentivo unio.

Herta Borges de Almeida, esposa do ex-comandante geral da PMGO, Coronel Efignio, faz parte do PSD h 3 anos ressaltou os benefcios de se procurar tratamento o quanto antes. Ela citou exemplos como a melhoria da auto-estima, da qualidade de vida e da conscientizao. Quanto ao baile ela disse: “Excelente, o lazer um motivo para integrao do grupo, uma troca de experincias. um refrigrio para a alma e fao questo de participar ativamente de todos os eventos que envolvam o grupo”.

Alguns colaboradores tambm marcaram presena no baile. Pedro Rodrigues Junqueira apia o PAISPM, no combate dependncia qumica h 5 anos. Segundo ele o “maior problema social o alcoolismo, pois ele causa violncia, aumento da criminalidade e falta de estabilidade familiar, o que preocupante”. A idia da realizao de uma festa no perodo noturno e sem bebidas alcolica inovadora, devendo se propagar em todas as instituies, pois as pessoas conseguem se divertir muito mais sem o lcool, pois assim tem conscincia do que est acontecendo. Enfatizou ele.

Outro colaborador que tambm fez questo de prestigiar a festa foi o 1 Sargento do Exrcito, Orlando Onofre, que est com o PAISPM h 4 anos. Ele conheceu o grupo atravs do Cel. Alencar que repassou a importncia e necessidade de apoio por parte dos dependentes qumicos. O sargento participa dos eventos realizando palestras, dinmicas de grupo, entre outras atividades voltadas para o tratamento. Para o trabalho realizado pela Diretoria de Sade uma atitude de coragem.

Os depoimentos foram finalizados com o ponto de vista do Diretor de Sade da Polcia Militar, Coronel Jorge Renato da Costa Azeredo, que disse estar achando timo estar frente de uma unidade administrativa, pois mais uma oportunidade de trabalho em uma rea diferenciada. Com relao ao evento ele afirmou ser “importantssimo, pois alm de valorizar as pessoas que fazem parte do programa tambm uma chance de integrao entre toda a comunidade da rea de sade”.

O Diretor de Sade deixou uma mensagem para os integrantes do PAISPM e PSC: “Desejamos a todos, sucesso, perseverana e fora de vontade para que saiam vitoriosos l na frente”.
O Baile a Fantasia tambm teve apresentaes de Bal (pela menina Rayanne); Rock (com a dupla Eduardo e Luza Caf); Dana do Ventre (pela jovem Ceclia Custdio) e Tango (pela mesma dupla).

A Major Vnia falou que a experincia de realizao do baile foi gratificante e que ele foi o primeiro dos muitos que equipe far.

Publicado em PAISPM | Com a tag | Deixar um comentário

PAISPM cuidando da sade e da dignidade do PM

A sade o bem estar do policial militar algo fundamental para o sucesso do mesmo na vida profissional e familiar. Dentro dessa filosofia o Programa de Ateno Integral a Sade do Policial Militar PAISPM, vem desenvolvendo ao longo dos anos o trabalho de conscientizao dos policiais militares sobre as conseqncias do uso de substncias psico-ativas, incentivando os mesmos a procurar uma melhoria na sade e o alcance da sobriedade.

Em um clima de muita festa, aconteceu no auditrio da Secretaria de Segurana Pblica, a solenidade de entrega de certificados de sobriedade aos policiais militares participantes do PAISPM. Para supervisora do Servio Social da Polcia Militar e coordenadora do evento major Vnia Maria Rodrigues de Alencar, esse projeto algo realmente gratificante, capaz de alegrar o corao daqueles que de uma forma ou de outra participam direta ou indiretamente de passo vitorioso na vida dessas pessoas.

Na abertura dos trabalhos, a major Vnia Maria fez a apresentao do PAISPM, mostrando a todos os resultados obtidos no ano de 2007, que segundo ela foi um ano de realizaes, onde os objetivos foram alcanados, graas ao esforo de toda equipe do programa e de voluntrios que dedicam parte de suas vidas a ajuda ao prximo.

O evento contou com um caf da manh que foi servido aos participantes, apresentao da Banda de Msica da Polcia Militar, do Coro Teraputico do PAISPM e da apresentao solo do maestro sargento Enoque Castro, que brindou a todos com uma bela cano.

Representando o comandante geral da Polcia Militar coronel Edson Costa Arajo, o coronel Odair ngelo de Menezes, comandante do 2 CRPM, falou sobre a importncia desse trabalho desenvolvido pela major Vnia e equipe. Segundo coronel Menezes esse trabalho faz com que o policial militar volte ter uma vida social saudvel, e acima de tudo resgatando sua dignidade.

Eu seu depoimento o soldado Antnio Maria da Silva que est na sobriedade a dois anos e meio, falou de suas vitrias, relatando um pouco do que era sua vida antes e depois que conheceu o programa e passou a fazer parte da famlia PAISPM.

Rubens Alexandre – 1 Sgt QPPM
Jornalista / Portal PMGO

Publicado em PAISPM | Com a tag | Deixar um comentário

Lanamento do Instituto de Pesquisa e Assistncia ao Diabtico de Gois

 

07/12/2007

O Parque Areio, no Setor Bela Vista, foi palco de um evento educativo, que visou conscientizar a populao goiana sobre a preveno e controle do diabetes. A ao, denominada Diabetes no parque Um grande encontro em prol da sade, aconteceu no ms de novembro e contou com a participao de mdicos, enfermeiros, nutricionistas, psiclogos e professores de educao fsica, entre outros profissionais que atuam direta e indiretamente no atendimento s pessoas portadoras de diabetes.

Representando a Polcia Militar, fizeram-se presentes o Ten Cel Naldimar, Mdico Diretor Clnico do HPM, a major Vnia Alencar, Assistente Social e o Tenente Gustavo, Mdico do HPM. Na oportunidade, foi lanado oficialmente o Instituto de Assistncia e Pesquisa em Diabetes (IAPD), organizao no-governamental (ONG) estruturada com o intuito de oportunizar atendimento amplo e especializado s pessoas que tm a enfermidade.

A criao do IAPD foi idealizada pela equipe da Diviso de Clnica Mdica do Hospital Geral de Goinia Dr. Alberto Rassi (HGG) devido ao grande nmero de pacientes com diabetes que procura a unidadee necessidade do desenvolvimento de aes de esclarecimento sobre a doena e de assistncia especfica, especializada e continuada aos portadores da enfermidade. A entidade presidida pelo mdico endocrinologista Nelson Rassi, chefe da Diviso de Clnica Mdica do HGG, e tem na vice-presidncia Eldeci Cardoso da Silva, tambm mdica endocrinologista, chefe da Seo de Endocrinologia do HGG. O evento contou ainda com a presena do governador Alcides Rodrigues, que acompanhou de perto os shows e as apresentaes artsticas desenvolvidas. O Diabetes no parque Um grande encontro em prol da sade, foi ao mesmo tempo uma ao festiva e educativa. Uma apresentao da Orqestra de Violeiros da Agncia Goiana de Cultura Pedro Ludovico Teixeira (Agepel) abriu os trabalhos do evento, que ainda contou com apresentaes da Orqestra de Chorinho da Universidade Federal de Gois (UFG), do Grupo Pronto Sorriso, composto por estudantes de Medicina da UFG, de integrantes do Circo Bolshoi, entre outros. Componentes da Academia Flex desenvolveram atividades fsicas com os participantes, entre elas yoga, alongamento e pilates.

O Diabetes

Pesquisas mdicas indicam que cerca de 8% da populao brasileira tem diabetes. Conforme a mdica Eldeci Cardoso, pelo menos metade deste contingente desconhece o problema devido falta de campanhas efetivas de esclarecimento da doena. E exatamente esta questo que pretendemos alcanar. Queremos chamar a ateno da socieade para a importncia da enfermidade no contexto da sade pblica e conquistar parceiros para a estruturao do Instituto de Assistncia e Pesquisa em Diabetes, assinala Eldeci Cardoso. Doena considerada grave, o diabetes caracterizado pelo aumento de acar no sangue e pela falta de produo ou produo insuficiente de insulina no organismo. A enfermidade classificadaem trs tipos. O Tipo 1, referente ausncia total de insulina,
relacionado a fatores hereditrios e manifesta-se normalmente antes dos 30 anos. O portador da doena, neste caso, quase sempre magro. J o tipo 2, caracterizado pela deficincia de insulina, est relacionado a hbitos de vida, entre eles alimentao inadequada e sedentarismo. Quase sempre se manifesta depois dos 40 anos em pessoas obesas. H ainda o diabetes gestacional que se manifesta por meio de abortos repetitivos ou quando o recm-nascido tem peso superior a 4 quilos.O diabetes tem como principais sinais e sintomas perda de peso, fadiga e desnimo, sede e fome excessivas e muita urina. Os principais fatores de risco para o surgimento da doena, conforme Eldeci Cardoso, so, alm do histrico familiar, obesidade, sedentarismo, estresse, nveis de colesterol alto e hipertenso arterial. Apesar de grave, o diabetes pode ser controlado por meio de tratamento multiprofissional.

Publicado em PSPD - Programa Sade para o Diabtico | 2 comentários

Concluses Primeiro Frum Sobre Uso Indevido de Drogas na PM/GO.

O 1 Frum sobre o uso indevido de drogas na Polcia Militar foi realizado nos dias 18 e 19 de junho do corrente ano, conforme nota de instruo 007/CES, atingindo as metas propostas com excelentes repercusses.

Durante o encerramento do frum foi colocado em votao e aprovado coletivamente entre todos os participantes, a elaborao de um documento atravs de uma comisso especialmente formada para encaminhar s autoridades competentes as concluses do mesmo.

Reunida a comisso sob a presidncia do CEL QOPM Slvio Brasil Rezende, com os respectivos membros abaixo assinados, chegou-se s seguintes concluses e propostas:

- Que o 1 Frum Sobre o Uso Indevido de Drogas (substncias psicoativas) na Polcia Militar de Gois foi considerado um evento de alto nvel, sendo pleiteado pelos participantes a realizao anual desse evento;

- Que embora publicado em Nota de Instruo do Comando, o 1 Frum Sobre o Uso Indevido de Drogas (Substncias Psicoativas) na PM fora direcionado principalmente aos oficiais da Corporao que infelizmente no compareceram como estava previsto;

Relativo ao tema apresentado pela Promotora de Justia Sandra Mara Garbelini, Aspectos Legais Sobre o Uso Indevido de Substncias Psicoativas, as seguintes propostas/sugestes foram apresentadas:

- Necessidade de maior rigor na punio da conduta daqueles que deixam de encaminhar ou comunicar os fatos relativos ao alcoolismo ou uso indevido de drogas pelos Policiais Militares aos chefes ou superiores imediatos, na forma do art. 10 do Regulamento Disciplinar da Polcia Militar do Estado de Gois (Decreto Estadual n 4.717/96);

- Elaborao de expediente aos Comandantes OPMs quanto responsabilidade inserta na Portaria n 124/PM (Aprova Normas para o Programa de Ateno Integral Sade do Policial Militar PAISPM)), nos seus artigos 2 e 9, visando a efetiva implantao de uma preveno primria dos problemas relacionados dependncia qumica, sob pena de incorrerem em transgresso disciplinar, na forma do art. 65 do Regulamento Disciplinar, alm de eventual responsabilidade criminal (art. 319 do Cdigo Penal Militar (prevaricao);

- Regionalizao do PAISPM a fim de se garantir a incluso dos Policiais Militares em servio no interior do Estado;

- Contratao de mais Profissionais da rea de sade, especialmente Assistentes Sociais para atendimento da demanda;

- Providenciar o cumprimento das obrigaes pendentes estipuladas no Termo de Compromisso, Responsabilidade e Ajuste de Conduta firmado com o Ministrio Pblico do Estado de Gois, em 22.09.04, quanto ao Programa de Promoo e Cuidado em Sade Mental para Policiais da Polcia Militar de Gois;

Relativo aos diversos temas abordados no Frum, foram consideradas pertinentes as seguintes sugestes:

- Que seja implementada a poltica de sade preventiva (PAISPM) quanto ao Uso Indevido de Drogas (Substncias Psicoativas) atravs de um cronograma piloto, inicialmente no mbito dos 1 e 2 CRPM, atravs de palestras nas OPM, envolvendo a participao de praas e principalmente dos oficiais;

- Que o Programa de Sade Mental seja levado a todas as OPMs atravs de aes preventivas, pois o uso de bebidas alcolicas como relaxante totalmente contra-indicado;

- Que seja providenciado atravs do Comando da Corporao, um documento circular a todos os Comandos e Diretorias, informando sobre a poltica de sade da PM/GO quanto ao uso indevido de Drogas (PAISPM) e sobre a co-responsabilidade dos mesmmo;

- Realizao de exames toxicolgicos na rotina do PCMSO, com aprovao de decreto governamental que d amparo legal para aplicabilidade dos mesmos;

- Que os CMTs de OPMs passem a ser responsabilizados pela inobservncia das comunicaes referentes aos Policiais Militares dependentes qumicos, pois atualmente so poucos os CMTs de OPMs que cumprem o papel previsto na portaria 124 (PAISPM);

- Expandir para as OPMs do interior, o trabalho social com a famlia (co-dependentes) dos Policiais Militares;

- Viabilizar atravs da Fundao Tiradentes a contratao de Assistentes Sociais enquanto o concurso para o preenchimento das vagas existentes no QOD do quadro multiprofissional no se efetivar, visando atender as necessidades de cumprimento do papel de competncia do Assistente Social na poltica de sade.

Vania Maria Rodrigues Alencar- MAJ QOSPM ASSISTENTE SOCIAL – Coordenadora do Primeiro Frum Sobre uso Indevido de Drogas na PM/GO.

===============================================================

I Frum sobre o Uso Indevido de Drogas na Polcia Militar de Gois

A 1 Tenente Dborah de C. B. Maia, Psiquiatra do Quadro de Sade da Polcia Militar a partir da participao no grupo de discusses sobre o I Frum Sobre o Uso Indevido de Drogas na PMGO sugeriu algumas medidas de preveno em sade mental para contribuir com a diminuio da prevalncia de abuso e dependncia de substncias psicoativas em nosso meio.

Do Contexto

Dados empricos apontam que o abuso e dependncia de substncias psicoativas representam um importante objeto de estudo em amostras de policiais. A literatura internacional tem demonstrado que o abuso de substncias psicoativas relaciona-se com altas taxas de absentesmo, aposentadorias precoces, problemas legais, familiares e maior utilizao de servios mdicos, o que acarreta em alto custo social.

Assim conhecer a prevalncia e os fatores relacionados ao uso indevido de substncias em nosso meio e implentar medidas continuadas de preveno de crucial importncia.

Das medidas preventivas

Atividade fsica, hbitos alimentares saudveis e uma forte rede de apoio social so comprovadamente fatores protetores do adoecimento mental e consequentemente do consumo abusivo de substncias psicoativas. Alm disso, correlacionam-se com melhoria na qualidade de vida. Medidas que melhorem a interao social e que estimulem hbitos saudveis em nosso meio devem portanto ser estimuladas. Diante desse contexto, sugerimos as seguintes medidas:

1) Retomada da atividade fsica regular nas unidades, sob a devida superviso de um profissional de educao fsica;
2) Reativao das reas direcionadas a momentos de lazer e interao social entre os policiais, os antigos “cassinos”, com intuito de promover maior interao social e amizade entre os colegas;
3) Campanha de combate ao consumo recreativo de bebidas alcolicas como forma de “relaxar” ou de dirimir o estresse do trabalho e estmulo a atividades reconhecidamente saudveis de reduo do estresse tal como atividade fsicia, lazer, contato com familiares e amigos.

Publicado em PAISPM | Com a tag | Deixar um comentário

15 de Maio: Dia do Assistente Social

O Servio Social nasceu da necessidade do enfrentamento do conjunto das expresses das desigualdades da sociedade capitalista. Estas expresses caracterizadas como questes sociais (fome, desemprego, falta de moradia, etc.) que constituem o objeto de trabalho do assistente social.

A prtica profissional em seu surgimento, esteve por muito tempo ligada Igreja Catlica que trabalhava as questes sociais de forma assistencialista. Nesta poca, as mocas de famlias nobres saam de suas casas para dar esmolas e fazer visitas aos pobres e eram assim conhecidas com damas de caridade.

A partir da dcada de 60 a prtica profissional foi rompendo laos com a Igreja Catlica e sendo repensada de forma mais tcnica e cientfica dentro da universidade. Assim, as escolas de Servio Social comearam a trabalhar os estudantes como futuros profissionais que seriam preparados para serem planejadores, executores e avaliadores das polticas sociais.

Apesar de toda essa trajetria, algumas pessoas ainda pensam erroneamente que o assistente social um profissional que faz caridade. Isso acontece porque muitas pessoas no conhecem a fundo os seus direitos. Desse modo, quando o assistente social viabiliza o acesso aos direitos sociais garantidos em lei, ele tido muitas vezes como uma pessoa bondosa.

Dentre as atribuies do assistente social, de acordo com a lei n 8.662/93 (Lei de Regulamentao da Profisso) destacam-se:

Elaborar, implementar, assessorar, coordenar e executar as Polticas Sociais, pblicas, privadas e filantrpicas, no mbito da seguridade social (Sade, Assistncia e Previdncia) e, ainda, no Meio Ambiente, na Habitao, no Lazer, na Educao e outras;
Elaborar, coordenar, executar e avaliar planos, programas e projetos na rea do Servio Social;
Pesquisas e estudos que possibilitem o conhecimento da realidade social;
Prestar assessoria e consultoria aos rgos da administrao pblica, direta e indireta, empresas e movimentos sociais.

Vale lembrar que para exercer essa profisso a pessoa dever ingressar na universidade e aps quatro anos de estudos acadmicos se inscrever no Conselho Regional de Servio Social (CRESS) que o credenciar para assumir as competncias privativas de assistente social.

Hoje a profisso de Servio Social vista por alguns como a profisso do futuro, sendo assim, vale a pena ser tambm um profissional do futuro, com a preocupao no somente com o que vir pela frente, mas principalmente com a presente realidade social dos que precisam deste servio.

Texto: Nlia Ferreira – SD QPPM h sete anos e acadmica do 7 perodo de Servio Social da Universidade Catlica de Gois e estagiria do Departamento de Servio Social/DS-PMGO.

Princpios da profisso

Reconhecimento da liberdade como valor tico central;
Defesa dos direitos humanos;
A democracia como valor universal;
A equidade e a justia social ;
O pluralismo e o direito direna;
Combate a todas as manifestaes de discriminao e preconceito
A busca da insero social de todos os indivduos;
Compromisso com a qualidade dos servios prestados populao.

O que faz o Assistente Social?

Estuda a analise a realidade das pessoas e grupos de pessoas, propondo medidas e prestando servios sociais (que venham ao encontro s suas necessidades).
Informa aos usurios de seus servios sobre programas sociais disponveis na Instituio onde atua, tornando-os acessveis a todos os que deles necessitam;
Elabora, coordena e executa aes nas reas de Sade, Previdncia, Educao, Habilitao, Assistncia Social e seu pblico-alvo, crianas e adolescentes, portadores de necessidades especiais e segmentos de baixa renda;
Elabora a gerencia polticas pblicas;
Formula e executa planos programas e projetos sociais;
Preta orientao social (consultoria) a indivduos e grupos sociais.

Departamento de Servio Social DS:

A integralidade humana demanda uma atuao interdisciplinar, o Assistente Social um profissional de sade (Resoluo n 287 de outubro de 1998 Ministrio da Sade) que responde a demanda social dos usurios do servio de sade no processo de adoecimento e na promoo, proteo, recuperao e reabilitao da sade.

Inserido nesse contexto intervm:
Promovendo a intercomunicao entre profissionais de sade e usurios;
Elaborando o diagnstico scio-cultural dos usurios;
Facilitando o acesso aos direitos sociais e humanos;
Na gesto e participao do programas de sade;
Supervisonando acadmica de Servio Socail;
Desenvolvendo atividades scio-educativas;
Participao em conselhos e eventos afins.

Programs coordenados pelo Departamento de Servio Social / DS

Programa de ateno integral sade do Policial Militar (PAISPM)
Programa Sade para Diabtico (PSPD)

Importante

Para maior comodidade o usurio do Departamento de Servio Social / DS, dever agendar consulta social, pessoalmente e/ou via fone: 201-1400 ramais 136 e 139

Equipe de Assistentes Sociais

Major Vnia Maria Rodrigues Alencar
Sargento Maria Sueli da Silva
Elina Braga de Lima e Silva

Acadmicas

Sd Rosngela Costa
Sd Nlia Ferreira
Sd Eni
Isa

Vnia Maria Rodrigues Alencar Majo QOSPM
Surpevisora do Departamento de Servio Social / DS

Publicado em Servio Social | Com a tag | Deixar um comentário

7ª C.I.P.M realiza dia de palestras sobre a importância da saúde do Polí­cia Militar

Preocupados com a sade do policial militar, o comando e profissionais da sade da 7 C.I.P.M realizou em 16/04/07, no plenrio da Cmara de Vereadores um importante dia de palestras e outras atividades atravs do programa PAISPM. Policiais das cidades jurisdicionadas da referida companhia marcaram presena neste evento que contou com participao de Vnia Maria Rodrigues Alencar – Major Assistente Social e Coordenador do PAISPM; Lucimar C. de Almeida Santos – Sgt Psicloga do HPM; Capito Carlos Ailton de Oliveira – Comandante da 7 C.I.P. M; Ten. Tlio Jorge Franco – Mdico da C.I.P. M; Cabo Giuliane Giselle Vinhal Silva Vaz – psicloga daquela companhia; Sgto Clauder e Sd. Kdmo – PAISPM Vida; juntamente com representantes de vrias instituies que apiam este programa.
Nossa reportagem comeou ouvindo Major Vnia que falou sobre este acontecimento: “Este evento representa muito para ns e quero enaltecer o trabalho do comandante, Cap. Ailton a Cabo Giuliane, Dr. Tlio que pensaram de promover este evento que valoriza a vida e representa a preocupao e o interesse no cuidado com o policial militar em no s prestar servio a comunidade, mas que ele tambm esteja bem, esta uma preocupao que vai beneficiar a comunidade. Sou assistente social e coordeno o departamento de servio social da Policia Militar do Estado de Gois e para que estivssemos aqui hoje tivemos o apoio do comando geral na pessoa do Comandante Geral Cel. Edson, Cel. Renato que permitiram que eu a Sgt Lucimar, Sgt Clauder e Sd. Kdmo que fazem parte do PAISPM nos deslocssemos at aqui. O objetivo que faamos preveno e promover tratamento pra quem est enfrentando o problema de uso indevido, que tem repercusses sociais importantes e completamente inadequadas para o exerccio da nossa profisso. Foi importante a citao do Major Francisco porque a reivindicao inicial para nossa vinda ocorreu desde sua gesto, ele tem a sua contribuio desde a poca que era o comandante e ele esteve aqui feliz com nossa presena e a realizao deste evento.
Cabo Giulliane, coordenadora deste seminrio tambm falou ao contato10.com: “Diante das dificuldades que temos visto no quartel, notamos uma necessidade de ser trabalhada a sade tanto fsica como mental porque um policial militar que esta bem fsica e mentalmente vai desempenhar um bom trabalho com produtividade, resguardando sua imagem e da corporao, comeando dentro de sua prpria casa todo bem que deve praticar no desempenho da sua funo. Ao percebermos que alguns tm maiores dificuldades em evitar alguns males com ndice at acentuados dentro da policia militar e diante destes fatos formamos uma equipe e decidimos estar trabalhando e montando um grupo de apoio no s para o militar, mas tambm para a famlia e com isto reforar o apoio a este profissional, levantando sua auto estima e motivao em todos os setores de suas vidas, para que ele possa ter foras suficientes nas dificuldades da vida. Este foi o nosso primeiro passo com a palestra da Major Vnia e Sgt Lucimar que desta forma implanta oficialmente o programa PAISPM em nossa cidade”.
Capito Ailton, comandante da 7 C.I.P. M fez o seguinte comentrio: “Esse evento que teve como tema “A Importncia da Sade para o Desenvolvimento da Atividade Militar revela a nossa preocupao com a valorizao humana, do pblico interno, sua qualificao profissional, visando atender com qualidade e eficincia o pblico externo, desenvolvendo um servio de segurana pblica com qualidade. Indiscutvel que a sade de fundamental importncia para que possamos desempenhar bem nossas funes e nessas palestras tivemos um dia de reflexo onde foram abordadas alguma situaes que interfere na sade fsica, mental e espiritual do policial militar, temas sobre alcoolismo, dependncia de substncias psicoativas como drogas na sua maior adversidade possvel e tambm a questo do estresse e sua influncia na atividade policial militar.

Publicado em PAISPM | Deixar um comentário

Programa Sade para o Diabtico “PSPD” – mais uma forma de orientao

06.05.2005
O objetivo do programa proporcionar melhor qualidade de vida ao portador de Diabetes Mellitus contribuindo no diagnstico precoce e na preveno das complicaes. Ele est direcionado a todos os policiais militares e familiares.

Os interessados em participar do programa devem procurar o Departamento do Servio Servio Soical Diretoria de Sade e entrar em contato com os coordenadores do grupo.

O Programa Sade para o Diabtico atende a um grupo de cerca de 60 (sessenta) pessoas, que participam de reunies (SOCIOTERAPIA DE GRUPO) em todas as primeiras quartas-feiras de cada ms, na Associao Recreativa da Telegois, localizado na Av. Sonemberg, Setor Cidade Jardim em Goinia.

O corpo de Tcnicos do programa composto por 17 (dezessete) profissionais do quadro de sade da PMGO, entre mdicos, assistentes sociais, odontlogos, enfermeiros, oftalmologistas, e outros.

A coordenao do PSPD da Major Vnia Alencar ASSISTENTE SOCIAL; a Coordenao do Trabalho Social ficou a cardo da Sargento Suely da Silva ASSISTENTE SOCIAL; a Superviso Tcnica da ENDOCRINOLOGISTA Tenente Ana Maria G P Nassar.

O Conselho Tcnico cabe ao Cap. Pedro Marcelo UROLOGISTA; Cap. Vnia de Ftima CIRURGI DENTISTA; Cap. Pires ENFERMEIRO; Ten Davi CARDIOLOGISTA; Ten Gustado ENDOCRINOLOGISTA; Ten Slvia OFTALMOLOGISTA; Ten Hrica CIRURGI DENTISTA; Sgt Glaudiciene NUTRICIONISTA; Sgt Simone NUTRICIONISTA; Sd Rosngela ACAD. DE SERVIO SOCIAL; Sd Nlia ACAD. SERVIO SOCIAL; Ana Clia EDUCAO FSICA; Elina ASSISTENTE SOCIAL.

O Diretor de Sade da PM, Cel. PM Slvio BRASIL Rezende apia integralmente a realizao do programa e o desenvolvimento de outros projetos como o PAISPM Programa de Ateno Integral a Sade do Policial Militar, tambm coordenado pelo Servio Social.

O corpo tcnico do PSPD tambm se rene uma vez ao ms, s que na ltima quarta-feira, para discutir os temas relacionados ao programa. A escolha dos temas so realizadas pela Tenente Ana Maria. Na ltima reunio entre os profissionais de sade da equipe interdisciplinar, o tema foi Critrios para diagnsticos em Diabetes Melittus. Para o prximo encontro o tema escolhido foi Importncia da atuao disciplinar aos portadores de Diabetes Melittus.

A Mdica e Tenente Ana Maria afirmou que o Programa Sade para o Diabtico tem por finalidade: educar, orientar e prevenir a doena nas suas trs fases: Preveno Primria: evitar que a doena se instale; Preveno secundria: evitar que a doena provoque alguma complicao e Preveno terciria: reabilitao do paciente que j possui alguma complicao proveniente do diabetes, como: cegueira, impotncia sexual, amputao de membros e outras”.

Durante as reunies dos participantes do grupo do PSPD com os profissionais da rea de sade, bem como com representantes de laboratrios, e outros visitantes, feita inicialmente a aferio da Presso Arterial e da Glicemia – nvel de acar no sangue, cuja normalidade varia entre 70 e 100 mg o nvel permitido, com os participantes ainda em jejum. Esses procedimentos fazem parte da fase educativa do programa, na qual o prprio paciente se auto-examina.

Posteriormente oferecido aos presentes um lanche composto apenas por frutas e sucos naturais, que muitas vezes so levados pelos pacientes. Esta fase faz parte do trabalho de reeducao alimentar. Nas reunies tambm so realizados sorteios de brindes, fornecidos pelos laboratrios, aos pacientes.

O ltimo encontro, realizado no perodo da manh, do dia 04 de maio de 2005, que teve como tema a Scioterapia de grupo, a glicemia, presso arterial e educao em sade, foi dividido em dois momentos: 1 Momento) a Ten Ana Maria, Endocrinologista do HPM fez uma exposio a cerca da educao em sade e novos medicamentos utilizados na preveno, controle e tratamento do diabetes; 2 Momento) a Professora de Educao Fsica Ana Clia realizou exerccios fsicos com os participantes, de forma a aumentar a vontade de viver e o bem estar.

Alm das reunies realizadas uma vez ao ms entre o grupo, visitantes e equipe tcnica, os participantes que so assduos aos encontros tambm participam de viagens, conhecidas como LAZER TERAPUTICO, que segundo a Major Vnia, Assistente Social responsvel pelo Programa, serve de motivao aos pacientes, que aprendem a economizar, administrar e acima de tudo, conviver em harmonia e a trocar experincias com os demais participantes. Ela lembra que para participar das viagens o paciente atravs de ficha social individual tem que comprovar por critrios como a assiduidade, compromisso com as consultas e acompanhamento psicolgico. Para isso so atualizados dados e controladas as consultas previamente agendadas, conscientizando e mobilizando os pacientes.

A prxima viagem marcada para o grupo do PSPD e o PAISPM, com cerca de 90 (noventa) pessoas, para o Hotel Sol das Caldas no Municpio de Caldas Novas, nos dias 07 e 08 de maio de 2005.

O cronograma das reunies entre o grupo do Programa Sade para o Diabtico para os prximos meses so: 04 de junho; 01 de julho; 06 de agosto; 03 de setembro; 05 de outubro; 09 de novembro e 01 de dezembro. Sendo que o tema do encontro do dia 04 de junho Dilogo em famlia e disfuno sexual.

Neila de Castro Alves – 2 Ten PM

Publicado em PSPD - Programa Sade para o Diabtico | Deixar um comentário

PAISPM – Entrega Certificados Sobriedade – 2004

O evento comeou s 09:00 horas do dia 17 de dezembro de 2004 e objetivou reunir os participantes do programa, os tcnicos, os colaboradores e todos os profissionais envolvidos no PAISPM.

A cerimnia foi presidida pela Coordenadora do Programa, a Major Vnia Rodrigues Alencar, que alm de coordenar, tambm atende diretamente os policiais militares, atravs de consultas.

Canes natalinas deram incio confraternizao, que tambm contou com a presena do Subcomandante Geral da Polcia Militar de Gois, Coronel Edson Costa Arajo; do Diretor de Sade da PMGO, Coronel Slvio Brasil Rezende; do TC Brito, Presidente do CRIS; TC Antnio, Assessor de Comunicao da PM; do TC Arajo, Comandante do Batalho Ambiental; do Major Antnio, Comandante do Batalho de Trnsito, entre outros oficiais, praas e familiares de participantes do Programa.

O PAISPM o Programa de Ateno Integral a Sade do Policial Militar que foi efetivado em janeiro de 1996, sendo coordenado pelo Departamento de Servio Social da Diretoria de Sade da PMGO, atravs da Major Vnia, que afirmou que o Programa tem uma equipe multifuncional, ou seja, a equipe formada por Assistentes Sociais; Mdicos; Cirurgies-Dentistas; Nutricionistas; Psiclogos; Enfermeiros; Farmacuticos e Biomdicos, todos do Quadro de Sade da Polcia Militar.

O envolvimento de todas estas reas profissionais em um s programa demonstra a importncia da melhoria da qualidade de vida na recuperao de dependentes qumicos, resgatando a auto-estima, o compromisso tico moral e consequentemente a postura de cidado.

O servio odontolgico prestado aos participantes do PAISPM um exemplo de preocupao com a sade do PM. De acordo com a Capit Vnia, Cirurgi-Dentista, a odontologia participa das reunies do Programa, realiza atividades educativas coletivas envolvendo temas bsicos sobre a sade bucal como: doena crie e de gengiva; higienizao bucal; cncer bucal, e outras. Os profissionais da odontologia tambm desenvolvem atividades prticas de orientao de escovao e uso de fio-dental no escovdromo, alm do auto-exame bucal, buscando despertar nos participantes a preocupao quanto ao risco de leses pr-malignas ou malignas. Aqueles que participam assiduamente das reunies e que esto em sobriedade, provando ser capazes de assumir compromisso com a agenda odontolgica so encaminhados para o tratamento.

Segundo a Coordenadora do Programa existem quatro formas de o policial militar ser encaminhado ao PAISPM: 1) Voluntariamente, no momento em que procura o Departamento de Servio Social; 2) Via ofcio pelo Comando da Unidade em que serve; 3) Atravs de indicao feita pelos participantes; e 4) Atravs da prpria famlia do dependente qumico.

Hoje o Programa conta com 74 participantes de Goinia e do Interior, sendo que deste total 71 so policiais militares da ativa; dois so policiais militares da Reserva Remunerada e um filho de PM.

Durante a confraternizao, realizada no Clube dos Oficiais PM e BM, foram entregues 30 (trinta) Certificados de Sobriedade aos Policiais Militares dependentes qumicos que conseguiram se manter longe do vcio pelo prazo mnimo de 06 (seis) meses.

O Soldado Francisco Melo de Andrade, do Batalho Ambiental foi considerado o primeiro colocado entre os participantes por estar a 8 anos e 6 meses de sobriedade.

Aps serem entregues os certificados foram feitas as homenagens aos colaboradores do Programa e queles profissionais que direta ou indiretamente ajudam a dar prosseguimento e a melhorar a vida no s dos policiais que participam, mas tambm dos familiares desses militares, que recebem o reflexo dos problemas causados por dependentes qumicos e necessitam da mesma forma de acompanhamento.

Dando prosseguimento confraternizao foram ouvidas as palavras do Diretor de Sade, Coronel Brasil e do Subcomandante Geral da PM, Coronel Edson, que elogiaram tanto o Programa, quanto os profissionais envolvidos.

A menina Raryane, filha de um militar que era dependente qumico, e que faleceu quando a menina tinha dois anos, fez uma apresentao de bal e a Capit Rosana encerrou a cerimnia com um monlogo.

A todos os presentes foi oferecido um caf-da-manh e um almoo.

Neila de Castro Alves – 2 Ten PM (Extrato do Portal PM/GO)

Publicado em PAISPM | Deixar um comentário