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Msica do projeto social contra as Drogas em Jaragu

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PAISPM comemora 14 anos de sucesso

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PAISPM – 10 anos pela vida do Policial Militar

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Maj Vania Alencar e Dr Jamil Issy – homenageados pela PUC e MP-Go

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Major Vania – Palestra apres. PAISPM

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Entrega comenda PLT ao Capito PM Lusdenes

ENTREGA DA COMENDA PEDRO LUDOVICO TEIXEIRA DIA 15 JUN 2010

PLENRIO DA ASSEMBLIA LEGISLATIVA DE GOIS.

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Maj Vania Cirurg Dentista – PAISPM Tabagismo

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Monlogo Sgt Lucimar

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PAISPM entrega certificados de sobriedade a policiais militares

Chegaram ao fim nesta tera-feira (8) as atividades de 2009 do Programa de Preveno e Tratamento de Dependentes Qumicos, promovido pelo PAISPM. O encerramento, realizado no salo nobre da Fundao Tiradentes, recebeu a presena de cerca de 150 pessoas.



geraimg.phpEstiveram presentes solenidade o vice-governador do Estado, Ademir Menezes, o comandante geral da PMGO, Cel. Carlos Antnio Elias, o gerente de sade da PMGO, Cel. Czar Pacheco, o diretor do HPM, Cel. Campos, o diretor presidente da Fundao Tiradentes, Ten. Cel. Eli B. C. Neto, entre outros.

Voltado ao tratamento de policiais militares, seus dependentes e pensionistas que sofram de dependncia qumica, o programa teve suas diretrizes expostas pela chefe do Servio Social do HPM, major Vnia Alencar. Criada h 13 anos, a iniciativa rene diversas abordagens teraputicas, como reunies semanais em grupo e tambm assistncia individual, apoio de equipe de sade multiprofissional, palestras scioeducativas e atividades de lazer.

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DSC00531Coordenadora do programa, a major Vnia Alencar relembrou episdios e pessoas importantes para a consolidao deste projeto, que j atendeu aproximadamente 700 pessoas. Ela mencionou a importncia do apoio dos comandantes das unidades operacionais no estmulo ao tratamento do policial militar dependente e, especialmente, do papel do assistente social, que, muito mais que agir com amor, um agente vital para a manuteno das polticas de sade pblica.

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Aps a apresentao do Coro Teraputico, um dos momentos de destaque foram os depoimentos corajosos e sinceros de alguns dos participantes do programa e seus familiares. Eles relataram de forma aberta os momentos mais difceis e a complicada tarefa de reconhecimento do prprio vcio, alm da coragem de buscar tratamento.

DSC00527Todos foram unnimes em ressaltar o importante papel da famlia neste processo e, ainda, a eficcia do PAISPM. Em seguida, foram entregues certificados de sobriedade a todos os participantes por se manterem em tratamento constante e longo dos entorpecentes, alguns h at 13 anos.

Eles foram homenageados, ainda, pelo comandante geral da PMGO, Coronel Carlos Antnio Elias. Em um discurso intenso ele enalteceu a bravura daqueles que aceitaram dar testemunhos sobre um assunto to delicado, e a importncia de estratgias de sade como o PAISPM em uma corporao. Estas aes complementares so parte do legado que deixaremos s futuras geraes.

Ao se emocionar, o comandante geral foi ovacionado pela platia. Por fim, ele deixou uma mensagem de otimismo a todos os presentes. Vamos procurar pontuar os acertos que so absolutamente maiores do que os erros. Hoje, o PAISPM nos ensinou queisso possvel, finalizou.DSC00428


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Entrevista Jamil Issy

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Polcia captura traficante em Pau Darco

Em Pau dArco, a 408Km de Palmas, a Polcia Civil prendeu o traficante Francisco de Assis da Silva Soares, de 24 anos, nesta segunda-feira, 15.
O jovem estava de posse de 144 pedras de crack, totalizando 45 gramas e duas pedras maiores, de 85 gramas. A PC apreendeu ainda a quantia de R$619 e dois aparelhos de celulares.
Para o Delegado, Adriano Marcos Alencar, as investigaes devem continuar. H indcios que mais pessoas estejam envolvidas com o trfico no municpio de Pau dArco e vamos trabalhar at que esses criminosos estejam atrs das grades, informou o delegado.DSC00108Soares est preso e vai responder pelo crime de trfico de drogas.

Fim de semana produtivo

Na data de 12/03/2010, sexta feira, em operao conjunta da Polcia Civile Militar foi cumprido o mandado de priso em desfavor do meliante Nbio Luiz da Silva, 29 anos de idade, que teve seu paradeiro identificado e foi
apreendido por policiais civis prximo ao municpio de Conceio do Araguaia, Estado do Par. Este praticou diversos furtos qualificados na cidade de Arapoema,
assumindo em seu depoimento a autoria de prtica delitiva nos seguintes estabelecimentos: Casa do Atleta, Damasceno Confeces, GRV Materiais de Construo e Supermercado Pra Voc. Juntos estes estabelecimentos comerciais tiveram um prejuzo superior a R$ 10.000,00 (dez mil reais). Outros furtos ainda podem ser atribudos ao indiciado de acordo com as investigaes no inqurito policial. Dando continuidade aos trabalhos de combate ao trfico de drogas na Comarca de Arapoema e regio, mais uma vez tivemos sucesso nas diligncias policiais,apreendendo na data de 15/03/2010 no municpio de Pau Darco o indiciadoFrancisco de Assis da Silva Soares, 24 anos de idade, de posse de 144 papelotesde Crack num total de 45 gramas, duas pedras de crack num total de 85 gramas que ainda seriam doladas para venda, R$ 619,00 (seiscentos e dezenove reais)provenientes da venda de droga e dois aparelhos celulares. Na sequencia das investigaes, atendendo ao celular do autuado em flagrante que no parava de tocar, foi identificado mais um suspeito de trfico na regio. Representaremospor sua priso preventiva junto ao Poder Judicirio da Comarca de Arapoema.Segundo o Delegado de Polcia Adriano Marcos Alencar: mesmo com efetivo policial
bem aqum do necessrio, tanto a Polcia Civil e Militar tm dado efetivo combate a criminalidade na regio; com disposio e trabalho se colhe os frutos do bom servio prestado populao.

Adriano Marcos Alencar – Delegado de Polcia de Arapoema

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operao arapoema de combate as drogas

GEDC0133 Atravs de seu servio de Inteligncia, a Polcia Civil de Arapoema levantou os possveis traficantes da regio e com apoio do Ministrio Pblico conseguiu junto ao Poder Judicirio a expedio de sete mandados de priso para combater o trfico de drogas na regio, sendo um expedido para a cidade de Pau Darco.

PIC_0011Alm desta importante medida judicial, o nobre Juiz da Comarca preocupado com outros delitos na regio conseguiu a colaborao da Polcia Militar na deflagrao de uma grande operao preventiva e repressiva, com o apoio do COE (Comando de Operaes Especiais), juntamente com o GOC (Grupo de Operaes com Ces, sendo que os ces farejadores foram de grande valia na localizao de entorpecentes), GIRO (Grupo de Intervenes Rpidas Ostensivas) e outras reas especializadas.

GEDC1330Esta operao conjunta da Polcia Civil e da Polcia Militar se estender durante todo o fim de semana e j rendeu frutos positivos no combate do trfico de drogas. Com Raimundo Francisco da Silva, vulgo Chico, 43 anos, foram encontradas 640 gramas de maconha, um papelote de crack, celular e R$ 255,00 reais em dinheiro proveniente da venda de entorpecente na cidade de Arapoema; com Raimundo Nonato Oliveira Neto, 31 anos, foram encontradas 55 gramas de crack, celular e R$ 195,00 reais na cidade de Pau Darco, sendo ambos autuados por trfico de drogas.

GEDC0119Quanto ao ltimo autuado, quando fomos consultar seus antecedentes criminais, descobrimos que o mesmo foragido do Presdio Barra da Grota em Araguaina e da justia, em consequencia demos cumprimento ao seu mandado de priso que estava em aberto. Ainda apreendemos vrias armas brancas e uma espingarda nas abordagens que foram realizadas.

Na casa de Josimar Vieira da Silva, vulgo Pistola, 30 anos, encontramos 15 gramas de maconha e uma balana de preciso; na casa de Jankesley Correia Araujo, vulgo Dan, 24 anos, encontramos 38 papelotes e uma pedra de crack, num total de 10 gramas, alm de celular, R$ 375,00 reais e um dlar e 10 pares de calados falsificados, ambos da cidade de Arapoema. Quanto a estes suspeitos, por no se encontrarem em suas residncias quando do cumprimento do mandado de Busca e Apreenso a Autoridade Policial representar pela priso preventiva dos mesmos junto ao Poder Judicirio.

Outros autuaes de menor repercusso tambm aconteceram no decorrer da operao.

GEDC1350 Na avaliao do delegado de Polcia da Comarca, Dr. Adriano Marcos Alencar, esta operao atende os anseios da populao da regio que clama por segurana pblica e se sente prestigiada quando as foras policiais se mostram atuantes e presentes.

Adriano Marcos Alencar Delegado de Polcia de Arapoema

Telefone: (63) 3435-1370 e 9977-3008

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Investir na tropa: garantia de qualidade de vida do servidor da PM

Tem gente que acha, at entre os que envergam a farda da gloriosa, que policiais militares so super-humanos, confundindo-os com mquinas telecomandadas, tipo andrides ou robs, 24 horas no ar. As suas vistas embaadas no deixam que percebam nos homens atrs das fardas seres humanos comuns, com direito a todas as emoes e tambm aos erros, capazes de ajudar no crescimento humano e profissional. Acham esses idealizadores que os PMs devem ser formados nas planilhas de algum cientista maluco, espcies de clones da raa ariana idealizada pelo nazismo de Hitler. Diariamente lemos matrias de gente famosa, aqui mesmo no DM, que apresentam conceitos simplistas sobre a segurana dos cidados. Colocam suas teorias no papel sem nada entenderem do assunto. Segurana Pblica, conforme a Constituio Federal de 1988, direito e dever de todos os cidados, portanto no somente uma exclusividade dos rgos policiais. Um novo paradigma foi estabelecido a partir deste preceito constitucional, abrindo o leque da segurana pblica para uma participao ampla onde esto inseridas as guardas municipais, os agentes de trnsito, as empresas particulares legalmente constitudas, e at mesmo o simples cidado pode se transformar em eficaz agente da prpria segurana com reflexos sobre a segurana coletiva. O legislador demonstrou sensatez e sabedoria, vez que est mais do que demonstrado que o poder pblico em qualquer esfera insuficiente para o combate a criminalidade sem a participao dos seus cidados. Enquanto no houver uma conscincia dos diversos segmentos sociais, pblicos, privados e movimentos sociais, continuaro levando vantagem os polticos e administradores oportunistas.

Sinto-me autorizado a emitir parecer sobre o assunto, visto que durante toda a minha vida coinstar locator Coinstar Money Transfer, Information About Jamaame dahabshiil
profissional, meus melhores anos foram dedicados justamente na preparao escolar e profissional de policiais militares. Preparar homens para o servio policial militar um verdadeiro sacerdcio. Retirados da prpria sociedade, no h uma frmula, um sinete em suas testas que identifique de pronto suas virtudes ou os seus vcios. Laboramos meses a fio, para, ao final dos perodos escolares, apresentarmos os pelotes de formandos dentro dos padres mnimos exigidos, aparando-lhes as arestas indesejveis.

Sou grato a Deus e aos companheiros da Polcia Militar pelos padres que a corporao goiana desfruta, aqui mesmo e na esfera nacional. Somos uma das tropas mais prestigiadas do Pas, com um padro salarial bem acima das coirms, portanto erram os que dizem que a segurana pblica est nas mos de um efetivo cada vez mais sofrido e mal remunerado. As melhorias so claras e evidentes. Atingimos na Polcia Militar uma qualidade de vida nunca vista em outros tempos. Praas e oficiais da PM goiana desfrutam hoje de estabilidade financeira e social. A grande maioria dos milicianos possui curso superior, a PM goiana conta em suas fileiras com profissionais qualificados nas mais diversas reas do conhecimento. As condies de moradia e de locomoo melhoraram sensivelmente, dentro das condies financeiras adquiridas e com as facilidades dos prazos de financiamentos para aquisio de casas e de automveis.

Um fato inegvel no contexto nacional a falta de integrao e de padronizao entre os diversos organismos policiais em nosso pas, no somente em relao s Polcias Militares mas tambm e principalmente em relao s Polcias Civis, s quais competem legalmente a investigao e a formulao dos processos criminais. Isto sim um grande problema, como foi noticiado esta semana: marginais comandando o trfico de drogas de dentro da Casa de Priso Provisria atravs do uso de aparelhos celulares. No custa repetir: as falhas so conjunturais, esto afeitas a todo o sistema, desde o Judicirio, o Ministrio Pblico, as Polcias Estaduais e Federais, o Sistema Prisional e ainda a uma legislao penal fora da nossa realidade, que assegura regimes semi-abertos sem uma estrutura mnima para a reintegrao social dos reeducandos. Tambm os polticos em todos os nveis levam suas parcelas de culpas, pois afinal de contas so os responsveis pela aprovao das leis. O melhor seria que todos admitssemos mea culpa, pois aquele que no tiver pecado que atire a primeira pedra. Atribuir falhas, encontrar culpados e crucificar os responsveis fcil. O difcil se colocar no lugar dos pecadores e fazer diferente.

Quem d a forma e a transparncia Polcia Militar so os seus integrantes. Defenderei sempre que o Policial Militar precisa de um bem estar, fsico, mental, psicolgico, social, espiritual, para que possa corresponder s condies de trabalho exigidas. No adianta coloc-lo na linha de frente para que desenvolva o seu papel junto a sociedade, se no houver um suporte na retaguarda. Eis onde entra a tropa de apoio, exercendo um papel to importante quanto os integrantes da operacionalidade: o pessoal especializado dos quadros de sade, mdicos, psiclogos, assistentes sociais, enfermeiros, fisioterapeutas, enfim, todos profissionais indispensveis para a sade do policial militar e de seus familiares. Investir na sade da tropa, completar as lacunas existentes nos quadros de sade para que a gloriosa PM goiana, uma deciso que refletir substancialmente na qualidade do servio policial militar e na imagem da Corporao.
Francisco de Assis Alencar cel. PM R

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Policial militar, profisso de alto impacto emocional

A Polcia Militar de Gois tem em suas fileiras um efetivo de cerca de 11.877 policiais, dentre homens e mulheres, no servio ativo. No desempenho de suas atividades, o policial militar trabalha sob a influncia dos mais diversos fatores estressantes. Seu constante envolvimento com diferentes tipos de ocorrncias propicia uma exposio a situaes de risco. A oscilao do ritmo emocional do policial militar tambm proporcionada pela necessidade de sempre corresponder positivamente realizao de seu dever. Ou seja, no lhe permitida nenhuma margem de erro no desempenho de suas funes. A sociedade, por vezes, tolera pequenas falhas de um profissional, desde que ele no atue na segurana pblica.

Convm considerar o desgastante trabalho policial como fator desencadeador de distrbios psquicos. Constantemente, o talento, a capacidade de trabalho, a pacincia, o bom humor e a obstinao do policial so levados ao limite. Muitos policiais podem adquirir gravssimos problemas no exerccio de suas atividades funcionais e, inegavelmente, tambm com as demais questes atinentes a todo ser humano.

O policial militar tambm pode sofrer desmotivao pela dificuldade em obter promoes na carreira. O escritor Alfie Kohn afirma que os psiclogos apontam diferentes tipos de motivao. O primeiro a intrnseca, segundo a qual a pessoa adora o seu trabalho pelo que ele . A segunda a extrnseca, que a levaria a fazer alguma coisa porque vai receber algo em troca (Revista Exame, 13/12/2000).

O mdico Marcelo Dratcu, gestor de Sistemas de Sade pelo Gallilee College e pesquisador na rea de terapia cognitivo-comportamental ressalta que, se uma pessoa reduz suas condies de trabalho, prejudica a empresa e a si mesma. A busca pelo sucesso e pelos resultados dentro de uma empresa um fator estressor para qualquer profissional. E o que pouca gente sabe que tanto a produtividade quanto a ascenso profissional esto totalmente ligados ao bem-estar fsico e mental do indivduo (Gazeta Mercantil Alexandre Staut, SP, 18/02/2008).

Uma das ltimas funes que exerci antes de passar para a reserva remunerada foi na Diretoria de Sade da PM/GO, onde observei de perto a luta desses profissionais. Conheci seus esforos, desde os recepcionistas aos mdicos, enfermeiros, odontlogos, psiclogos, assistentes sociais e nutricionistas e demais integrantes. At o presente, ainda acompanho a trajetria profissional de muitos servidores da sade, desde que ingressaram no servio policial militar.

Duas reas essenciais a esse servio que lidam diretamente com os problemas psicossociais, decorrentes do alto impacto emocional acarretado pela natureza do servio, so o Departamento de Servio Social e o de Psicologia. A major Vnia e a major Mirian respondem, respectivamente, por essas reas. Existem apenas duas oficiais nessas especialidades, da safra de oficiais aprovadas em concurso pblico h mais de quinze anos. Oficiais prestigiadas e reconhecidas pelo trabalho que desempenham, granjearam o respeito e admirao de toda a tropa, desde as praas ao comando da corporao. Em toda empresa, seja pblica ou privada, esses setores so indispensveis, na medida de sua expanso. Qual o seguimento que se espera nesses setores se os quadros organizacionais da PM no esto completos? Somente pela admisso de novos oficiais, haver uma continuidade dos setores especificados.

A gloriosa e sesquicentenria PM de Gois, para fazer frente a uma demanda crescente na ateno sade do policial militar e de seus familiares, precisa urgentemente da realizao de um concurso pblico para preenchimento das vagas existentes nos diversos quadros de profissionais de sade. Eis uma bandeira a ser erguida por toda a famlia miliciana: Concurso pblico j para preenchimento das vagas j existentes nos quadros organizacionais da polcia militar de Gois. Investir na sade do policial militar, um investimento seguro em favor de todos os que lutam pela paz e pela justia social.

Francisco de Assis Alencar cel. PMR

(http://pmvida.blogspot.com/)

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Sistema penal: a pena deveria ser de educao

Caminhamos para um tempo em que os muros cairo e as prises sero transformadas em escolas profissionalizantes. Tudo indica que o sonho visualizado por Cora Coralina no est to distante. Uma mensagem assinada por Isabel de Frana esprito e constante no captulo XI do Evangelho Segundo o Espiritismo afirma categoricamente: Esto prximos os tempos em que neste planeta reinar a grande fraternidade, em que os homens obedecero lei do Cristo, lei que ser freio e esperana e conduzir as almas s moradas ditosas. Perguntaram ao Chico Xavier (livros Entender Conversando – Editora IDE e Chico de Francisco – Editora CEU) se ele concordava com os que, em virtude de algum problema social mais grave pediam a pena de morte. A resposta de quem possui a viso do esprito e enxerga com os olhos de ver do Evangelho de Jesus: – A pena deveria ser de educao. A pessoa deveria ser condenada mas a ler livros, a se educar, a se internar em colgios ainda que seja, vamos dizer, por ordem policial. Mas que as nossas casa punitivas, hoje chamadas de casa de reeducao, sejam escolas de trabalho e de instruo. Isto porque toda a criatura est sentenciada a evoluir e nunca sentenciada morte pelas leis de Deus, porque a morte tem seu curso natural. Por isso, acho que a pena de morte desumana, porque ao invs de estabelec-la devamos coletivamente criar organismos que incentivassem a cultura, a responsabilidade de viver, o amor ao trabalho. O problema da periculosidade da criatura, quando ela exagerada, esse problema deve ser corrigido com a educao e isso h de se dar no futuro. Porque ns no podemos corrigir um crime com outro, um crime individual com um crime coletivo. Os sinais de mudana so visveis por toda parte. Vez por outra os noticirios reportam: – juzes que determinam a soltura de presos devido a falta de condies dos presdios; – a lei penal assegura vrias modalidades de pena em regimes abertos ou semi-abertos, penas alternativas atravs da prestao de servios comunitrios, recolhimento de cestas bsicas ou pagamento de quantias para as instituies filantrpicas, provas de que uma nova mentalidade vem se estabelecendo. No Complexo Penitencirio em Aparecida de Goinia os prprios reeducandos levantaram suas barracas nas respectivas alas internas, aproveitando lonas usadas e materiais plsticos no intramuros da P.O.G. Formaram corredores destinadas aos encontros ntimos mas que tambm so utilizados por usurios e para o trfico de drogas. Esses materiais sofreram ao longo dos tempos um desgaste natural, acumulando sujeiras, rompendo-se em farrapos, sem as mnimas condies de higiene, contribuindo para piorar o visual daquele ambiente. Contudo as boas notcias veiculados recentemente pela Susepe (Superintendncia do Sistema de Execuo Penal) sobre a construo de novos presdios e adequao dos existentes, anunciam novos projetos baseados em uma viso humanitarista, apresentando detalhes nunca vistos anteriormente, contemplando uma avanada arquitetura em substituio s estruturas antiquadas onde os presos so enjaulados como feras humanas, tambm a construo de um local para os encontros ntimos dos prisioneiros, entre outras providncias. O Sistema Prisional em Aparecida de Goinia avana com o processo educacional e profissionalizante. No intramuros da P.O.G. o Colgio Estadual Lurdes Estivalete Teixeira oferece a Modalidade EJA (Educao de Jovens e Adultos) com as seguintes etapas; – 1 Etapa do Ensino Fundamental corresponde ao 1 e 5 ano; – 2 Etapa do Ensino Fundamental corresponde do 6 ao 9 ano, – 3 Etapa do Ensino Mdio corresponde 1, 2 e 3 ano; alm de oficina de incluso Digital e Curso de Lanternagem – (Projeto financiado pelo Depen). Na Casa de Priso Provisria (CPP) funciona uma Oficina Digital e o projeto BB – Educar – Alfabetizao (Parceria da Susepe com o Banco do Brasil). No Presdio Consuelo Nasser (Feminino) existe um Curso de Costureira oferecido pela Agarc (Associao Goiana de Atualizao e Realizao do Cidado – Projeto financiado pelo Depen) e vrios cursos esto sendo negociados com o Sesi. Realizamos no ltimo final de semana num esforo conjunto com a OVG (Organizao dos Voluntrios de Gois), grupos de voluntrios espritas sob a coordenao da Apat (Associao de Proteo e Assistncia ao Reeducando) o IV Encontro de Voluntrios Espritas e Trabalhadores em Prises, objetivando reunir no apenas os que se interessam pela paz social, mas tambm capacitar o voluntariado para o trabalho na assistncia social de modo geral, com enfoque principal nas atividades em prises. Outros aspectos relevantes do encontro: sensibilizar a comunidade para o trabalho com os nossos irmos que cumprem pena e conhecer pessoas que j venceram o preconceito e conseguiram avanar na administrao prisional muito alm do que prev as exigncias funcionais dos cargos que ocupam. Como o caso do Diretor do presdio em Itaj, no interior do Estado de Gois, que oferece atividades para os reeducandos e consegue uma convivncia pacfica com os seus subordinados. Segundo Higno, este o nome do honrado Diretor daquela instituio prisional, a rea destinada horticultura sob sua administrao, ocupa quase que 80% do terreno disponvel para o presdio. Pretende ainda o nobre diretor, ampliar esta atividade para ter a satisfao de distribuir verduras produzidas no espao prisional gratuitamente para a populao local. Francisco de Assis Alencar cel. PM R (http://pmvida.blogspot.com)

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Campanha da Rede do Bem coordenada pela Polcia Civil de Arapoema um sucesso!

A Delegacia de Polcia Civil de Arapoema encampou a campanha Rede do Bem na cidade de Arapoema, que buscou nestes dias que antecede a comemorao do dia da criana arrecadar doaes para fazer a festa comemorando tal data na Escola Irm Rita juntamente com as crianas da APAE (Associao de Proteo e Apoio as Crianas Excepcionais).

falando de costa 2A festa realizada na data de hoje, 9 de outubro, foi um sucesso: as crianas tiveram a presena de palhao, puderam brincar com os professores e animadores da festa, se divertiram no pula-pula, tiveram um lanche e logo aps foi entregue um brinquedo para cada criana presente na festa (no total de 218 brinquedos), alm do sorteio de duas bicicletas.
Rede do Bem  09-10-09 035

Graas a todos os segmentos da sociedade de Arapoema conseguimos ir alm do almejado inicialmente na campanha, que era de fazer a festa da Escola Irm Rita e APAE e ajudar tambm mais duas instituies filantrpicas: creche criana feliz (onde foram distribudos 193 brinquedos) e Projeto Pioneiros mirins que vo receber 150 brinquedos para sua festa na prxima tera feira.

salgadoPara o Delegado de Arapoema, Dr. Adriano Marcos Alencar, essa uma oportunidade de realizar o bem as crianas carentes desta cidade, alm de enaltecer o nome da Polcia Civil aplicando a metodologia de Polcia Comunitria.

ADRIANO MARCOS ALENCAR DELEGADO DE POLCIA CIVIL DE ARAPOEMA

TELEFONES DE CONTATO
DELEGACIA: 34351370
CELULAR: 99773008

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Segurana residencial: as lies de uma ocorrncia trgica

Virou rotina a onda de assalto a residncia seguido das mais diversas formas de abuso. Um dos ltimos casos que tomamos conhecimento foi o seguinte: A sexagenria Dona J (nome fictcio) saa pelo porto principal de sua residncia por volta das 6h30 para fazer a sua caminhada matinal. A cerca de uns 20m foi abordada por dois indivduos, um deles menor de 18 anos, que lhe perguntaram se conduzia algum dinheiro. Surpreendida com a dupla, Dona J achou que seria uma brincadeira de mau gosto. Saindo para uma caminhada com toda lgica no conduziria nem mesmo uma bolsa. Mas logo a seguir viu-se constrangida a retornar a sua residncia na companhia dos indesejveis. Ao transporem o porto de entrada, uma jovem saa da casa ao lado para iniciar mais um dia de trabalho. Percebendo o fato incomum, aproximou-se para cumprimentar sua vizinha, sendo tambm forada a entrar na residncia. No interior da residncia dormiam sossegadamente a filha e a neta de Dona J. De arma em punho, os bandidos prenderam em um quarto as trs mulheres: Dona J, sua filha maior de idade e a jovem vizinha. Reviraram toda a moblia procurando objetos de valor. De posse dos valores, inclusive em dlares, as vtimas foram surpreendidas pela crueldade dos tais, passando a sofrer abusos sexuais. Aps cerca de uma hora, os meliantes apropriaram-se dos valores em dinheiro e joias, preparando-se para abandonar o local. Neste exato momento, os bandidos perceberam a presena da neta de Dona J, de 15 anos de idade. Aps abusarem da menina, trancaram-na juntamente com a av, a me e a vizinha no mesmo quarto e se retiraram do local. Dez minutos aps se evadirem, um vizinho chegava de mais uma jornada de trabalho, recebendo o costumeiro bom-dia de um outro vizinho. Este senhor ouvira gritos de dentro da casa vizinha com pedido de ajuda. Dirigiram-se ambos para o porto da casa, constatando que o mesmo estava semiaberto. Adentrando na casa, perceberam que vrios objetos se encontravam esparramados e as vtimas dentro do quarto continuavam pedindo ajuda. Ao abrirem a porta do quarto, aquele senhor deparou-se com a prpria filha trancada juntamente com as vizinhas.
Com a experincia adquirida ao longo dos anos, diante desta trgica ocorrncia, devemos refletir e tirar lies que ajudem a evitar situaes marcadas por tanta tragdia. Dona J em hiptese alguma deveria ter retornado a sua casa, pois a possibilidade de receber ajuda em plena rua e luz do dia seria maior. A ao dos meliantes seria menos traumtica mesmo que fizessem uso da arma e provocassem algum disparo. Tambm existiam na residncia de Dona J alguns ces para vigilncia, porm estavam presos no fundo do quintal. Se estivessem soltos, no permitiriam a entrada de estranhos e atrairiam ateno dos vizinhos. Alarmes sonoros conectados com telefones ou cmeras de vdeo poderiam contribuir para intimidar os bandidos. O porto automtico, numa situao dessa, poderia ter sido acionado e conservado aberto para atrair a ateno dos transeuntes. O horrio escolhido para a caminhada tambm um fator a ser considerado. As estatsticas das ocorrncias policiais demonstram que alguns casos de assaltos a residncias ocorrem nas primeiras horas do dia. Por no terem o xito esperado no decorrer da noite, esses meliantes escolhem de preferncia casas com menor potencial de resistncia, habitada por mulheres ou pessoas idosas, onde inexistem quaisquer obstculos.
O bom senso indica que, ao chegarmos ou sairmos de nossas casas, observemos bem a presena de estranhos nas imediaes. Prefervel que passemos ao largo, estendendo um pouco mais o percurso e s retornando na certeza de que est tudo bem. Hbitos saudveis que ajudam muito na preveno o relacionamento com os vizinhos. O bom relacionamento e a comunicao com os vizinhos contribuem para criar uma rede de segurana. At mesmo a saudao habitual e a conversa ligeira com vizinhos so sinais visveis de boa vizinhana que podem desestimular possveis abordagens por estes indivduos.
O fato narrado foi devidamente comunicado aos rgos de segurana, o que ajudou muito na captura dos meliantes, ocorrido um ms depois por um acaso aparente. Um dos tais deslocava-se por um rodovia interiorana em companhia de uma mulher. Abordados em uma blitz da Polcia Militar, enquanto os PM conferiam a documentao do motorista e do veculo que estavam em dia, sua companheira deslocou-se ao banheiro, pretendendo ocultar uma arma de fogo que conduzia em sua bolsa. Pelo descuido e nervosismo do momento, a arma desprendeu-se da bolsa. Com o impacto da queda, ocorreu um disparo, que atraiu a ateno dos policiais. Submetidos voz de priso por porte ilegal, o condutor tentou subornar o PM com uma quantia tentadora. Conduzidos ao DP da localidade interiorana, mais uma vez tentaram subornar a autoridade policial. Feito contato com a delegacia da Capital devido tambm posse de alguns valores em dlares, a autoridade policial encontrou vestgios que ligavam os meliantes ocorrncia de Dona J. A investigao prosseguiu at a priso da dupla.
Francisco de Assis Alencar coronel da Polcia Militar. http://pmvida.blogspot.com

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Caridade para com os criminosos

Hoje, em nossa sociedade, a violncia nos envolve todo o tempo, nas ruas, na mdia e, muitas vezes, dentro de nossos lares. O estudo do Evangelho segundo o espiritismo, item Caridade para com os Criminosos, provoca as mais variadas reaes. Quando pensamos no perdo e na caridade para com os criminosos, nos encontramos muitas vezes a dizer para ns mesmos: perdoar, ser caridoso… nunca! Quando encontramos criaturas assim, ou ns mesmos agimos assim, podemos ter certeza de que o alerta de Jesus ainda no encontrou eco em nossos espritos.
Sempre que a sociedade se abala diante de um crime brbaro, clama-se por revises na lei, inclusive com a instituio da pena de morte para tais casos. Cabe refletir, luz da Doutrina Esprita, sobre os crimes e sobre a lei. O mandamento maior da lei divina inclui a caridade para com os criminosos, por mais difcil que possa parecer ter este sentimento diante da barbrie. Perante a Lei de Deus somos todos irmos, por mais que repugne a alguns tal ideia.
Elisabeth de Frana, esprito, alerta-nos sobre a oportunidade que Deus nos concede de termos entre ns grandes criminosos, para que, com o exemplo que eles nos do, possamos compreender o verdadeiro sentido da reencarnao: progresso, iluminao, felicidade. Auxiliemos com nossas preces, para que um dia no tenhamos mais que precisar destes tristes exemplos e gozar de um mundo mais pacfico. E medida que compreendermos cada vez mais a caridade, a ideia de perdoar se tornar mais fcil ao nosso esprito. Comecemos a ver a criatura que agride como uma criatura que est pedindo socorro, mas que deve tambm saber que ter um dia de corrigir estes desacertos. No mais a ideia do pecado que gera a ideia de punio, que no permite que eu me veja em condies de reparar o erro e que devo sofrer, mas sim a idia de responsabilidade, que me faz senhor dos meus crditos e dbitos e responsvel em corrigir as faltas. .
Quanto mais o nosso conceito de caridade se amplia, rompendo as barreiras da esmola que damos, alcanando o aperto de mo, o abrao, a palavra amiga, ou mesmo o silncio, comeamos a perceber a caridade praticada por Jesus. Ele no possua bens para distribuir, mas possua a palavra que elevava. No possua os recursos materiais, mas possua os ouvidos do Bom Pastor, que percebe a ovelha perdida ao longe. Conseguia com o olhar aliviar as dores e entender os sofrimentos mais profundos daquele povo, que ainda assim, muitas vezes, no o compreendia. nesse sentido de caridade, que v o homem como um ser integral, que precisamos comear a praticar.
O amor o sentimento de piedade, o pensamento sem dio, o desejo que desperte para o bem e que lhe sejam oferecidas oportunidades de mudana. No pretende este sentimento que o criminoso permanea no convvio social, mas que, afastado, receba orientaes para a reformulao de seus conceitos de vida. A lei humana deve cumprir-se, embora reconheamos que, muitas vezes, ela no atende aos objetivos de ressocializao do indivduo. Que essas mesmas leis sejam revistas, se necessrio, no perdendo de vista que os seus objetivos devem acompanhar as mudanas sociais e visar, sempre, a recuperao da criatura que buscou a permanncia no mal. E, que a pena de morte no seja desejada, pois um atraso social e no resolve o problema da criminalidade. Teremos, apenas, mais um esprito revoltado, livre do corpo, desejoso de vingana e mais tempo demorado no erro.
Na viso do prprio Chico Xavier, quando o amor se propagar no mundo com mais fora que a violncia, esta desaparecer maneira da treva quando a luz se lhe sobrepe. Adverte-nos, contudo, que essa obra no prescindir da autoridade humana, mas, na essncia e na prtica, exige a cooperao de ns todos

Francisco de Assis Alencar coronel da reserva da PM (http://pmvida.blogspot.com)

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Quem se identifica com o mal, dificilmente ver o bem

Os instrutores da vida maior conhecem todos os mecanismos da vida no plano terreno e nos revelam as leis espirituais. O teu tesouro estar onde estiver o teu corao, afirmou o Divino Mestre Jesus. Andr Luiz atravs do mdium Francisco Cndido Xavier, no livro Agenda Crist, oferece-nos um conjunto de ensinamentos sobre vigilncia e prudncia,sobretudo nos momentos difceis, com temtica do dia-a-dia. Em Boa Lgica: Quem se especializa na identificao do mal dificilmente ver o bem, prola extrada deste rico manancial de orientaes capazes de renovar as nossas disposies interiores na busca constante por melhoras.

A advertncia de Andr Luiz esprito equivale a um chamamento para percebermos o outro lado, um reajuste do foco em que costumamos rotineiramente deter a nossa viso. Especializando-nos na identificao do bem, rompemos com a cultura de destaque para o mal. Ver com os olhos do esprito, ver alm das aparncias, exercitarmos olhos e ouvidos para a viso e a audio espiritual que esto em ns mesmos. Exerccio dirio que consiste num aprendizado contnuo, onde aprenderemos a desculpar sempre, evitaremos a crtica a quem quer que seja, vigiaremos nossos defeitos antes de corrigirmos os alheios, estimularemos as qualidades nobres dos companheiros de jornada.

Assim que, mesmo nos ambientes de dor e sofrimento, podemos observar exemplos de amor, dedicao e generosidade. Segundo mensagem do esprito Fnelon, contida no Evangelho Segundo o Espiritismo, o amor de essncia divina e todos vs, do primeiro ao ltimo, tendes, no fundo do corao, a centelha desse fogo sagrado. E fato, que j haveis podido comprovar muitas vezes, este: o homem, por mais abjeto, vil e criminoso que seja, vota a um ente ou a um objeto qualquer viva e ardente afeio, prova de tudo quanto tendesse a diminu-la e que alcana, no raro, sublimes propores. Portanto, cuidemos em no perder de vista o fluxo divino em toda parte.

Apontamentos renovadores indicados na Agenda Crist como Privilgios Cristos em favor de ns mesmos: – Encontrar irmos em toda parte; Santificar o mal; Amparar com sinceridade os que erram; Perdoar quantos vezes for necessrio; Desprender-se dos enganos do mundo, antes que o mundo nos desengane; Lembre-se que o mal no merece comentrio em tempo algum; No enfrente perigos, sem recursos para anul-los. O que consignamos por desassombro, muita vez loucura. Questes de escolha: Procure um delinquente e encontrar muitos malfeitores. necessrio, ento, que voc possua imenso cabedal de amor para renov-los, sem fazer-se criminoso tambm; Busque identificar uma falta e achar inmeras. Chegando a essa situao, imprescindvel que voc esteja bastante esclarecido para no acrescentar seus erros aos erros alheios; Aproxime-se do bem, procure-o com deciso e a bondade vir iluminar seu caminho. Somente a voc surgir perfeitamente armado para vencer na guerra contra o mal.

As vibraes dominantes na esfera terrena, um mundo de provas e expiaes, ainda so obscurecidas pelo dio, inveja, maldade, cime, grosseria, violncia, cegueira, fanatismo, enfim, por todas as mazelas originadas pelo pior e mais radical de todos os vcios que cerceiam o corao humano, ou seja, o egosmo. Acostumando-nos a realar o bem, descobriremos atravs do auto-conhecimento todo o nosso potencial, vencendo os desacertos e desequilbrios emocionais.

Alguns sinais de que as coisas esto dando certo em nossas vidas: – sentir prazer e alegria em tudo que fazemos, compreenso com os familiares, reduzir tenses desnecessrias, conseguir dialogar em famlia, no colocar-se como pea central, abrir espao para aproximao e integrao dos novos companheiros que nos chegam a cada instante, seja no ambiente de trabalho ou onde quer que emprestemos a nossa colaborao.

Ensina-nos Chico Xavier que o bem sanar o mal. Muitas vezes aquilo que julgamos como mal, daqui a dois, quatro, seis anos, um bem. Um bem, cuja extenso no conseguimos avaliar. Toda vez que destacamos o bem, caminhamos para melhorar os relacionamentos, superando preconceitos, fanatismos e falsos julgamentos. O mal como se fosse o frio que s existe at a chegada do calor. Chegando o aquecimento, o frio deixa de existir. Se a treva aparece porque a luz est demorando, mas quando acendemos a luz ningum mais pensa nas trevas.Francisco de Assis Alencar coronel da PM R (pmvida.blogspot.com)

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A rede do bem

O sbado se tornou um dia diferente em nossas vidas. Na parte da tarde integramos a caravana da boa vontade e partimos para a periferia. Vrios fatores contriburam para que firmssemos no dia de sbado. No correr da semana fazemos os preparativos. Doaes voluntrias nos chegam continuamente, s vezes, precisamos buscar nas prprias residncias dos colaboradores. Ao amanhecer do sbado, as equipes se desdobram para que at o meio-dia tudo esteja pronto. Bem-humorada, uma de nossas colegas inventou at um nome para o nosso grupo: a rede do bem est formada.

Surpreendo-me a cada jornada com tanta generosidade. Roupas, calados, alimentos, brinquedos, doaes voluntrias encaminhadas s famlias necessitadas. Colegas se desdobram arrecadando em vrios locais. No Ceasa, nas padarias, nas casas de carnes e supermercados, cada um doando os seus produtos. Tudo sendo recolhido, transportado, separado, ensacolado e entregue ao destinatrio. Muita gente envolvida na rede do bem. Tudo por amizade, reconhecimento e generosidade, as nicas moedas circulantes nesta rede.

Lies incomparveis para toda a vida. No h faculdade mais completa, academia melhor aparelhada, a nos preparar para a vida, do que acreditar no bem, acreditarmos uns nos outros, alimentarmos a f e a esperana numa vida melhor. No se trata de seguir essa ou aquela religio, mas reconhecer o bem em qualquer parte, ver com os olhos da compaixo, enriquecer os nossos coraes de esperana.
Os voluntrios da rede do bem so espritas, catlicos, evanglicos, esotricos, umbandistas, enfim, algum que quer doar, ajudar de alguma forma, algum que busca movimentar, envolver os amigos, por uma causa maior, pelo bem coletivo, pela paz e esperana em dias melhores.
Sem Deus, no haver paz nos coraes. No haver fraternidade se no acreditarmos uns nos outros. O tesouro maior que todos buscamos a reconstruo da paz e da harmonia interior. Retomarmos os caminhos da paz, respeitando todas as crenas, jamais gastando uma gota de energia para difamar, desdenhar ou diminuir a grandeza dos esforos e conquistas alheias. Por esses caminhos, encontramos a fora moral para seguir adiante, o principal ponto de sustentao aos ideais que acalentamos.
Graas a Deus que eu fui fisgado para a rede do bem. Familiares e amigos colaboram, colegas de ideal do a maior fora. Cada qual no seu limite, colaborando e participando na medida de suas possibilidades. De sbado em sbado concretizamos mais um ano de caminhada. Quantos irmos socorridos, com a migalha que seja, mas doada de corao. Quantas vezes nossos ouvidos registraram os bordes de agradecimento: Muito obrigado; Que Deus multiplique, Deus te abenoe com muita paz, Jesus ilumine os teus passos. Msica sublime para os nossos coraes, a melhor recompensa que poderamos aspirar, a energia que parte dos coraes sinceros e agradecidos. O nosso compromisso aumenta com tudo de bom que a rede do bem tem nos proporcionado.
Os benfeitores espirituais afirmam em toda parte que o Senhor Jesus nunca esteve to prximo das sofreguides humanas quanto neste instante de transio. A onda mental do Cristo supre a nossa incredulidade. Enquanto as sociedades terrenas acomodam-se na insanidade da guerra e do poder, Jesus sustenta o planeta com Seu incondicional amor. Busquemos Nele a inspirao para prosseguirmos, irradiando em nossos coraes essa Luz, espalhando o amor, sustentando a f, multiplicando o bem.
Francisco de Assis Alencar coronel da Polcia Militar

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Alcoolismo

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Visita coral Vozes da Terra na Penitenciria em Ap. de Goinia

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Ips de Agosto

Ips floridos na via de acesso a Goinia vindo de Guap, Av. Pedro Ludovico.

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Que delcia de Show

O competente professor de Canto e Regncia, doutor em msica ngelo Dias, nosso convidado para mais um apresentao na Penitenciria Odenir Guimares em Aparecida de Goinia, compareceu no ltimo sbado e deu um show com o Coral Vozes da Terra para mais de trezentos reeducandos, distribudos pelas alas A, B e C. O Dia dos Pais no costuma ser lembrado e comemorado no intramuros de uma penitenciria, mas no ltimo sbado presenciamos um espetculo inesquecvel, cheio de emoo e sensibilidade.
Aps a apresentao do Coral Vozes da Terra sob a regncia do professor ngelo, pedi-lhe que me enviasse por e-mail algumas informaes sobre os temas das msicas, as impresses do pessoal no ambiente prisional e outras informaes que julgasse importantes.
O texto com o ttulo Msica, Liberdade e Consolao enviado pelo professor ngelo Dias foi mais uma agradvel surpresa. Primeiro o show de Canto Coral no intramuros da Penitenciria Odenir Guimares, um espetculo para sempre ser lembrado. Ouvimos o maravilhoso Pai Nosso do Padre Zezinho, a Ave-Maria e a msica Esperana ditadas mediunicamente pelo Esprito Rogrio e tantas outras belssimas pginas musicais. O mestre do Canto e Regncia, mesmo atento ao seu mister na regncia do Coral Vozes da Terra, nada deixou escapar do que percebeu num simples golpe de vista por onde passava.
A paisagem descrita no texto enviado pelo mestre ngelo vale por um carto de visitas para quem no conhea o interior de uma penitenciria. Inicia com um brinde ao pensamento filosfico sobre a segunda sentena a que os transgressores so relegados atrs das grades, a sentena do esquecimento; adverte-nos em seguida que as oportunidades de queda e soerguimento so reais e iguais para todos, antes e depois desta vida; lembra aos internos e a todos ns que no um muro alto que divide os certos e os errados na caminhada terrena; enfim, entre as cruzes comuns a todos ns, descreve o ambiente e os circunstantes dentro de um presdio, as mesas de jogos dos reeducandos desfrutando a sombra da mesma mangueira que servia de palco ao Coral e aos visitantes do Grupo Fraterno Esprita; bem prximo tambm figura do barbeiro que aproveita uma antiga cabine de fibra de vidro emprestada da PM para cortar o cabelo dos reeducandos; refere-se aos prisioneiros que parecem caminhar sem rumo pelo ptio do presdio, aos olhares furtivos de alguns deles sobre o inusitado acontecimento e aos que ligavam a escuta na msica atrs das janelas gradeadas e muito mais.
Confiram essa delcia de show sob a batuta de um mestre da msica e gigante de corao.Para muitos, uma unidade prisional no passa de um imenso reservatrio onde se despejam todos aqueles que, por uma infinidade de razes da premeditao ao acaso infeliz transgridem as leis que ordenam a vida em sociedade. Levada a termo a sentena, o mundo mergulha de volta no cotidiano, condenando os transgressores uma segunda vez, agora, ao esquecimento. Este abandono responsvel pela ideia de que l dentro, eles aprendem tudo de ruim que no aprenderam aqui fora.
A conduta futura de um reeducando no sistema prisional, teoricamente, seria sua prpria responsabilidade. Afinal, como espritas, lidamos todos os dias com os j familiares conceitos de livre- arbtrio e expiao e provas em face da dor alheia. Entretanto, a prpria doutrina nos esclarece que, antes e depois desta existncia, a vida uma realidade, e as oportunidades de queda so to frequentes quanto as de soerguimento.
Portanto, um interno a quem so oferecidas novas escolhas adquire outros referenciais que possibilitam um olhar diferenciado sobre sua condio atual. Mesmo em face da realidade cruel de um presdio, uma rstia de claridade pode se infiltrar na escurido: a esperana.
Na tarde ensolarada do ltimo dia 8, sbado, o Coral Vozes da Terra foi penitenciria (antigo Cepaigo) para uma visita fraterna. Como a msica nossa ferramenta de trabalho na messe do Cristo, foi assim cantando que tentamos lembrar aos internos, e a ns mesmos, que no um muro alto que divide os certos e os errados; que as cruzes variam de pessoa para pessoa, e que ningum pode saber ao certo se j sofreu ou se sofrer o que, hoje, aflige a outrem. Sob modesto mangueiral, no cho batido, castigado pelos longos anos de um palmilhar sem conta, a msica era lanada no ar e os olhares dos ouvintes assumiam trajetrias diversas. Alguns miravam nosso grupo fixamente, extasiados, ou com a msica, ou com a letra, ou simplesmente por presenciar algo novo em sua triste rotina. Outros olhavam o cu, o vazio, perdidos em pensamentos que s o Pai maior conhece. Outros, ainda, abaixavam os olhos at o cho, talvez abatidos em face de si mesmos. Poucos metros alm do crculo de internos e do coral, tinha incio uma realidade diversa. Numa cabine improvisada pareceu uma daquelas antigas da PM, em fibra de vidro , um voluntrio cortava o cabelo a um rapaz. Mais alm, em duas mesas, tambm improvisadas, alguns jogavam cartas. Outros circulavam, sem destino certo, ou formavam pequenos grupos. Uma floresta de varais abarrotados de roupas e cobertores resistia ao vento e poeira. Na janela gradeada de uma ala prxima, um interno virava a cabea para ouvir melhor. Vez por outra, algum olhava de longe, mas logo perdia o interesse. Aplausos animados! Uma ilha de consolao em guas profundas.
Prxima parada: um pequeno galpo coberto, entre os pavilhes. No ptio cimentado, colches espalhavam-se, alguns com seus usurios em cima cochilando sombra do edifcio. Numa parede, um tanque servia de lavanderia. Um moo entrava e saa do prdio com uma lata dgua: dia de faxina no seu cantinho de mundo. O coral cantou sob o coberto, o violo ponteou. Esperana, amor, confiana, alegria. Perdoar setenta vezes sete, sem contar. Nada de palmas, desta vez.
A ltima cantoria foi num salo usado por uma igreja evanglica. As regras de c no se aplicam l: o pastor cede de bom grado o espao para o trabalho esprita! Fomos avisados de que um amigo dos internos presentes, o Paulinho, j doente h muito, havia partido para o plano maior. Na hora, contaram que outro companheiro, o Cleber, havia desencarnado naquele mesmo dia. A razo? Ningum perguntou. Dedicamos aos dois a msica Maria, e falamos do olhar doce da me de Jesus, de seu manto azul cobrindo os necessitados. Emoo. No fim, colocamos o coral em duas filas laterais, envolvendo a pequena plateia, e pedimos a todos, inclusive aos cantores, que fechassem os olhos e falassem consigo mesmos durante o canto do Pai Nosso. Despedidas. O pastor, homem pequeno e de olhar franco, nos agradeceu efusivamente, visivelmente emocionado. O coral convidado pela equipe a fazer a entrega dos kits dia dos pais. Sorrisos, apertos de mo e uma breve palavra com os internos. Espanto: eles so gente! E falam de famlia, filhos! Mas, no esto no presdio?! No estacionamento, a prece de encerramento, a troca de impresses e a certeza do poder libertador da msica. A conscincia de nossa responsabilidade em levar a msica-consolao, no apenas para os encarnados, mas para a multido de irmos desencarnados que ainda sofrem sem se permitir o auxlio do Alto. Trabalhemos, sempre, onde quer que nos leve o sopro do Divino Mestre.
Francisco de Assis Alencar CEL PM R http://pmvida.blogspot.com/ ngelo Dias Doutor em msica pela University of Oregon (USA) e Professor de Canto e Regncia na Escola de Msica e Artes Cnicas da Universidade Federal de Gois

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Um artigo de f

Segundo domingo de agosto, um dia muito especial em nossas vidas. No sbado iniciamos nossas comemoraes prestando uma singela homenagem aos pais encarcerados na Penitenciria Odenir Guimares (P.O.G). Como acontece todos os segundos sbados de cada ms, dirigimo-nos P.O.G. em Aparecida de Goinia para um compromisso com a nossa conscincia.
Integramos uma caravana de voluntrios encabeada pelo dirigente do Grupo Fraterno Esprita (Rua Capistabos, Qd- 33, Lote 110 – St. Sta. Genoveva – Goinia-GO), um militar pertencente reserva remunerada do Exrcito brasileiro. Carinhosamente tratado como chefe por todos os integrantes, na verdade ele ocupa atualmente o cargo de dirigente da instituio, que iniciou o trabalho de visitas ao presdio h mais de duas dcadas. Como coordenador do grupo, ele faz questo de relembrar a cada visita o compromisso que trazemos de vidas passadas. No estamos no grupo por acaso, algo nos impulsiona a buscarmos nas atividades de ajuda ao prximo um aprendizado contnuo no bem.
A nossa conscincia endividada busca no presente as formas de amenizar as dores da alma acumuladas no passado, aproveitando as oportunidades para promovermos o bem atravs de escolhas mais assertivas. De tudo o que possamos conquistar, as melhorias morais, o consolo, o auxlio material, toda ajuda possvel, entendemos que somos os maiores beneficirios.
Desde o incio das visitas penitenciria, assumi perante o Grupo Fraterno Esprita a funo de escolher e preparar os temas para os estudos do evangelho a cada ms. Tenho procurado nortear as lies de moral crist na direo das dvidas persistentes, no s junto aos nossos irmos reeducandos, mas onde quer que as oportunidades se faam. Dvidas oriundas do preconceito religioso, da falta de luz e de conhecimento dos princpios evanglicos cristos. Deparamos sempre com essas ideias: Como encontrar justia num mundo de tanta desigualdade? Muitos se consideram perdidos e condenados, por acreditarem que no h como apagar as marcas impiedosas deixadas por uma vida de desatinos. Outros ainda, acreditam no milagre da salvao atravs da converso religiosa.
Procuramos disseminar uma f que fale razo, que nos leve a entender a natureza humana, com os conflitos que todos carregamos. Adotamos a f baseada no dinamismo da mxima crist: A f sem as obras morta. A vida dentro desses princpios passa a ser como um banco de oportunidades. A todo instante somos alvos de abenoadas oportunidades, em tudo podemos e devemos interagir com os irmos da caminhada.
A f esprita difere da f religiosa, porque baseia-se na busca do entendimento e do discernimento. A f esprita busca a razo e, por isto, pode criticar e examinar o objeto da f. A f esprita efeito e no causa. O indivduo que a possui j experienciou no passado vivncias, aprendizados etc.,. que hoje lhe transmitem toda uma certeza e confiana.Os frutos deste esforo contnuo, da nossa busca incessante pelo aprimoramento moral e espiritual nos estimulam a prosseguir. No intramuros da penitenciria acompanhamos testemunhos extraordinrios de mudana de rumo. Eles no rejeitam a palavra esclarecedora, pelo contrrio, procuram interagir com o grupo, direcionando-nos suas dvidas. Tudo esclarecemos luz. do evangelho.
A beneficncia, principalmente em favor dos cansados e sobrecarregados, do mesmo modo que o auxlio ao pobre, o socorro ao estrangeiro, ao faminto, ao nu, ao enfermo e ao encarcerado, toda vez que o fizermos, a Deus estaremos fazendo.
Robert Dale Owen, escritor ingls, em sua obra intitulada Regio em litgio – entre este mundo e o outro, esclarece-nos que: A conscincia o delegado de Deus, dirigindo com justia o corao do homem. somente sob a sua direo que o homem ter uma vida satisfatria. Essa a doutrina do Cristo… Em parte alguma dos seus ensinos ele disse que eram abenoados os que praticassem o bem para alcanarem o cu ou escapar do inferno. O temor no entra como mvel na sua doutrina. Sua sabedoria baseava-se no amor perfeito e o amor repele o temor. Somente pelo bem, ao bem amemos; no por temor ao inferno ou previdncia, das venturas do cu seguir devemos os ditames da nossa conscincia, afirmou um poeta que exprimiu perfeitamente o pensamento cristo.Francisco de Assis Alencar CEL PM R

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Lazer Terapia e Qualidade de Vida – Programas do Servio Social

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Os programas “PAISPM – Programa de Ateno Integral Sade do Policial Militar” e “PSPD” – Programa Sade para o Diabtico, so orientados em consonncia com as diretrizes dos rgos internacionais de sade, entendendo a sade no somente como a ausncia de doenas, mas, sobretudo, como uma condio de bem-estar fsico, psquico, espiritual e social. Neste sentido, desde o incio dos programas, o lazer planejado e assistido pelas assistentes sociais, contribui decisivamente para a qualidade de vida dos Policiais Militares participantes. As opes de lazer como formas de terapia incluem desde o coro teraputico, as confraternizes e as viagens tursticas.Aguardando ônibus para iniciarem tour pela cidade de Fortaleza

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O Servio Social da Diretoria da Sade da Polcia Militar realizou recentemente mais uma viagem de lazer com os Policiais Militares e familiares participantes dos programas de sade, bem como com alguns integrantes da Gerncia de Sade e familiares. Ponto importante que cada participante arca com as prprias despesas, devendo por isto cumprir os prazos para aquisio do pacote turstico, como parte do compromisso com o processo de ressocializao. Em se tratando de grupos teraputicos, todo cuidado pouco, assim que durante toda a estadia os cuidados com a sade so fundamentais, em vista disto todos os dias entre as 06:00h e as 07:30h acontece a verificao da presso e da glicemia.

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Antes de iniciarem nesta programao do Servio Social, alguns participantes jamais tinham viajado para o litoral ou sequer conheciam nossa vizinha Caldas Novas. A esposa de um Policial Militar fez a seguinte observao: “Participar do grupo foi como sair de um buraco para um estilo de vida, as viagens so fantsticas, um mundo novo foi despertado dentro de ns”. CIMG8628

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Desta feita o local escolhido para a viagem foi a cidade de Fortaleza-Ce, onde desfrutamos a companhia de vrios companheiros da ativa e da reserva. Uma semana dedicada totalmente ao lazer e a descontrao, hospedagem cinco estrelas na Praia do Futuro, conhecendo as atraes tursticas, shows noturnos de humor e msica nordestina com direito a comidas tpicas, visualizando paisagens deslumbrantes, caminhadas nas praias magnficas, banhos nas guas tranquilas das lagoas ou nas belas praias do litoral cearense.

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Os passeios nas famosas praias do Cumbuco, em Canoa Quebrada, Lagoinha, no Beach Park, entre outros, foram momentos inesquecveis.

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Programas que no s aumentam a qualidade de vida, mas que nos tornam mais prximos, reativando a convivncia com amigos e companheiros que h tempos no tnhamos contato. A opo pelo passeio em grupo oferece inmeras vantagens, inclusive o preo do pacote, incluso viagens e estadias, tudo negociado nas condies favorveis ao grupo. As rotas dos passeios so discutidas atravs de votao entre os participantes. Este ano foi realizado o quarto passeio no litoral. As outras cidades contempladas nos anos anteriores foram Aracaju-SE, Porto Seguro-BA e Natal-RN.

Ginástica relaxante na Piscina do Vila Galé, água na temperatuira ideal

Canoa quebrada o paraso a 160 Km de Fortaleza. Fizemos o percurso em uma Van com todo o conforto de uma viagem estilo turismo. O local surpreende pela beleza simbolizada na prpria logomarca, uma meia lua e uma estrela desenhada em vrios locais. Ventos magnficos, uma praia linda a perder de vista, as guas de uma cor esverdeada denotando a concentrao de algas. Uma bela surpresa nos aguardava em Canoa Quebrada. Realizamos uma simples cerimnia de noivado entre um sargento e sua noiva que tambm fazia parte do grupo. Era a realizao de um sonho que acalentavam, ficarem noivos naquele local paradisaco. A primeira parte do compromisso foi firmada em clima de alegria, sinceridade e oraes feitas em conjunto.

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A viagem area com escala em Braslia, logo foi compensada assim que avistamos o oceano, deixando-nos maravilhados e em estado de graa. O visual do mar, as ondas embranquecidas, os ventos constantes, funcionam como uma terapia da alma. O corpo e a vida como um todo entram em um novo ritmo. Coraes e pulmes agradecem o oxignio puro em abundncia. Uma semana que vale por ano inteiro. Corpo e alma sintonizados com os ritmos exuberantes da natureza. O mar um espetculo grandioso, cheio de energia, sons e cores, combinaes perfeitas que produzem um bem-estar geral.Como das outras viagens, na penltima noite, tivemos uma brincadeira de “amigo secreto”, uma forma de interagirmos, com direito a troca de presentes, mensagens e depoimentos sobre a viagem.

Entrada do Beach Park

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Ao trmino da brincadeira, agradecemos com uma prece pelos dias de convivncia sadia, pelos momentos de alegria, entusiasmo e felicidade. Tambm rogamos bnos pela equipe do “PAISPM” e “PSPD” (Programas de Tratamento para Dependentes Qumicos e Diabetes na Polcia Militar), por promoverem mais um evento maravilhoso, abrindo portas para a felicidade e a qualidade de vida. O lazer um aliado fundamental da melhoria da sade e da qualidade de vida. O Servio Social tem conscincia do seu papel e vem contribuindo efetivamente para a garantia dos direitos fundamentais do ser humano.

VANIA MARIA RODRIGUES ALENCAR – MAJ QOSPM

ASSISTENTE SOCIAL – CH SERV SOCIAL

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Soldado PM resgatado da situao de rua

O fato que hoje narramos foge completamente da nossa rotina profissional, mesmo aps anos lidando com os mais diversos casos sociais. Nas proximidades da Associao de Cabos e Soldados (ACS), um homem em idade avanada era visto nos ltimos meses remexendo no lixo cata de material reciclvel e alimentando-se do que lhe davam, at das sobras de marmitex dos restaurantes prximos. Atento ao que se passava, um cidado manteve contato, verificando que se tratava de um PM reformado. Surpreso e indignado com a situao, buscou a Assistncia coinstar exchange rate Coinstar Money Transfer in Occidental mindoro, Philippines
Social da ACS, informando o fato ao soldado Marcelo, que, por sua vez, entrou em contato com o Servio Social da Gerncia de Sade, solicitando a interveno profissional de uma assistente social.

O soldado Marcelo utilizou a ambulncia da Associao de Cabos e Soldados – ACS e conduziu o SD Deco (nome fictcio) ao Servio Social da Gerncia de Sade. Foi um momento impactante receb-lo. Com olhar perdido no vazio, ele conduzia nas costas um saco com os seus pertences e materiais recolhidos no lixo. Calado com sandlia de cores diferentes, sua roupa constitua-se de cala e camisa sobre duas camisetas, sem a mnima condio de higiene.

A situao do SD Deco caracterizava um caso de indigncia social, embora se tratasse de um policial militar reformado. Soldado, 77 anos de idade, vivendo em situao de rua, embora confuso, respondia-nos medida que amos formulando as perguntas. s vezes passava de um assunto para outro. Checamos todas as informaes colhidas naquele primeiro contato, confirmando a veracidade de tudo que nos disse. O estado dele inspirava cuidados especiais e imediatos, por isto decidimos encaminh-lo para avaliao especializada na Clnica Bom Jesus, sendo indicada a internao pela psiquiatra, visto que o soldado Deco sofria depresso com risco de autoextermnio.

Desde ento a assistente social designada para acompanhamento social do SD Deco realizou os procedimentos tcnicos visando a melhoria das suas condies de vida e de sade, sobretudo o resgate dos vnculos familiares, pois h muito tempo contava apenas com acolhida de uma famlia amiga, mas que no se responsabilizava por suas sadas para a rua.

Atravs do Levantamento Social, chegamos aos vrios aspectos sociais que levaram o SD Deco a essa situao, contrariando todos os direitos garantidos no Estatuto do Idoso. Abandonado pelos filhos desde o ano 2000; endividado por vrios emprstimos descontados diretamente no seu salrio, cujo montante foi utilizado indevidamente por pessoas de m-f; teve a prpria casa vendida com desvio do valor correspondente; desconto em folha de pagamento de uma penso para uma pretensa esposa, motivo de questionamento judicial; Ipasgo bloqueado por dvidas contradas por seus dependentes, alm das dvidas contradas com alimentos para a sua prpria subsistncia.

Articulamos uma rede social com a finalidade de promover os Direitos Sociais que o caso exigia. A Fundao Tiradentes custeou a dvida junto ao Ipasgo, garantindo o seu Plano de Sade. A Associao de Cabos e Soldados – ACS -, atravs da Assessoria Jurdica, faz atualmente os questionamentos legais da situao financeira a que foi levado. O filho do SD Deco assinou um Contrato Social no Departamento de Servio Social da PM-GO, responsabilizando-se doravante pelos cuidados sociais e de sade com o seu genitor baseado no Estatuto do Idoso.

Para nossa alegria, o SD Deco j se encontra de alta hospitalar e retornou ao convvio familiar. Sentimos na paz do seu sorriso a alegria de termos contribudo no resgate dos seus direitos sociais.

Fonte:Dirio da Manh (www.dm.com.br)
11/06/2009

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Servio social na garantia dos direitos sociais

23/04/2009

A demanda pelo trabalho do assistente social vem se ampliando a cada dia em diversos setores, tais como habitao, sistema judicirio, sistema prisional, Ministrio Pblico, segurana pblica, entre outros. Existe um espao amplo de atuao para o assistente social, em rgos pblicos, empresas privadas, movimentos sociais, organizaes e entidades da sociedade civil. Historicamente, o assistente social desenvolve a prtica profissional, principalmente no mbito da seguridade social, que formada pelo trip: assistncia social, previdncia e sade.

Dentre os rgos da segurana pblica, o assistente social est presente nas polcias militares de todas as unidades da Federao, seja como servidores civis contratados ou como integrantes dos quadros profissionais da carreira militar. Em Gois, a incluso do assistente social como profissional de sade na carreira militar foi um passo arrojado, sendo reconhecido atualmente como um referencial para as outras unidades da Federao.

No exerccio profissional indispensvel oferecermos respostas profissionais s necessidades sociais traduzidas nas questes sociais, tais como se expressam na vida dos indivduos singulares e em suas famlias, sem perder de vista o contexto social. Relataremos dois casos onde destacamos a importncia do papel do assistente social na rea da sade da Polcia Militar de Gois. Utilizo os nomes fictcios de Police-01 e Police-02 para preservar suas identidades.

O caso Police-01 chegou ao servio social da Gerncia de Sade da PM-GO atravs de encaminhamento do diretor de Sade, apresentando o seguinte quadro social: aps colocar a mulher e o seus filhos menores para fora de casa, Police-01 trancou-se dentro de casa. Naquela noite, a esposa buscou ajuda na igreja onde congrega, sendo acolhida pelo pastor. No dia seguinte, foi conduzida pelo pastor at a Gerncia de Sade da PM-GO, onde exps a situao ao diretor de Sade, sendo encaminhada ao servio social para as providncias. Aps a escuta profissional, deliberamos, em vista da gravidade social, uma interveno imediata. Police-01 apresentava alteraes de comportamento com risco de autoextermnio, situao de desabrigo social dos familiares, fora do lar, sem poderem utilizar os pertences pessoais e sofrendo um forte impacto emocional. A urgncia da interveno exigiu que formssemos de imediato uma equipe multiprofissional com a finalidade de deslocar residncia de Police-01. J no local, conseguimos estabelecer um dilogo, convencendo-o a aceitar o tratamento. Aps avaliao mdica, chegou-se ao diagnstico de que Police-01 havia sofrido um surto decorrente de um transtorno mental, prosseguindo o tratamento em regime hospitalar. Seus familiares puderam retornar ao lar e passaram a receber assistncia psicolgica e social para lidar com a nova situao.

Police-02, policial militar do servio ativo, empregado no servio administrativo, para o qual foi solicitado a nossa interveno por sua chefe imediata, aps faltas ao trabalho e recada ao uso indevido de lcool. Fizemos contato com a sua genitora, realizando um breve levantamento scio-familiar e ainda pedimos a sua participao no processo de tratamento para enfrentamento do alcoolismo e a sua permisso para visita domiciliar. Deslocamos residncia de Police-02, onde fomos muito bem acolhidas por sua genitora, viva, idosa e desgastada emocionalmente com os cuidados de trs filhos dependentes qumicos. Feita a avaliao do quadro familiar, fizemos uma proposta de tratamento para a famlia. Constatamos tambm que o comportamento de um dos irmos dependente qumico contribua para a sua resistncia ao tratamento, pois quando Police-02 se ausentava de casa, o irmo furtava seus pertences para trocar por droga. Uma vez aceita a nossa proposta de tratamento, conduzimos Police-02 e o seu irmo para avaliao mdica, sendo ainda acompanhados por uma irm. Estabelecemos, a partir de ento, um contrato de tratamento por uma equipe multiprofissional para Police-02 e sua famlia.

A experincia profissional deixa claro que o assistente social precisa estar cotidianamente comprometido com os usurios dos seus servios que buscam a garantia dos direitos sociais, um desafio superdimensionado em uma sociedade globalizada onde o poder e a riqueza esto concentrados nas mos de poucos. Bom nimo e entusiasmo no podem faltar para bem cumprirmos o nosso papel na garantia dos direitos sociais e na democratizao do acesso aos bens e servios, como agentes transformadores em busca da paz social.

Vania Maria Rodrigues Alencar major (QOSPM), assistente social e chefe do Servio – Social da Gerncia de Sade da PM-GO

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Servio Social na Polcia Militar de Gois

Assistente social, um profissional que atua em mltiplas reas de trabalho, como sejam, assistncia social, habitao, sade, justia, entre outras, respondendo pelo atendimento grande demanda social em nosso Estado e em todo o territrio nacional. Com muita honra e alegria mpar, comungo e participo do ideal de servio e da vida de uma assistente social, major Vnia Alencar, profissional que fez e continua fazendo a mudana de paradigmas, fortalecendo e dignificando a sua categoria profissional.
Viver e conviver com algum que tem por dever de profisso facilitar a vida de seus semelhantes na perspectiva do direito social, contribuindo na promoo da sade e na melhoria das condies de vida, uma experincia enriquecedora. Assistente social, uma profissional cuja rotina abrir caminhos, providenciar encaminhamentos e encontrar as melhores solues para os mais intrincados problemas.
Tive a honra de participar do momento histrico de implantao do Servio Social na Diretoria de Sade, transformada recentemente em Gerncia de Sade da Polcia Militar de Gois. No ms de agosto de 95, a ento tenente Vnia Maria Rodrigues Alencar, recm-chegada ao Hospital do Policial Militar, teve por misso iniciar o trabalho social no mbito da sade.
Entre os desafios que lhe foram propostos, no se tratava simplesmente em ocupar uma funo como oficial do Quadro de Sade (QOS), deveria ocupar um espao para uma categoria profissional, dando visibilidade ao papel do assistente social, de conformidade com os estatutos legais e ticos do Servio Social. Desenvolveu ento um trabalho de educao em sade com os usurios do hospital do policial militar enquanto aguardavam atendimento mdico na sala de espera; uma feliz iniciativa que permitiu a divulgao do Servio Social, ensejando reflexes oportunas sobre os direitos sade e o exerccio da cidadania no mbito da corporao.
Logo nos primeiros momentos, iniciou-se a procura dos policiais militares e de seus dependentes legais pelo atendimento da assistente social, caracterizando uma demanda espontnea e tambm uma demanda direcionada, atravs do encaminhamento dos comandantes de OPM.
As necessidades sociais que mais levam os policiais militares a buscar o Servio Social desde a sua implantao so as seguintes: – Ateno Sade, tratamento de doenas, conflitos familiares, estresse laboral, adaptao funcional, remanejamento de unidades e uso de substncias psicoativas, entre outras.
No enfrentamento das demandas sociais, algumas posturas do assistente social no Servio Social da PM/GO merecem destaque: – articulao com os demais profissionais, a implantao de programas de sade com base nas demandas existentes e o compromisso com os princpios profissionais: – qualidade dos servios prestados, posicionamento em favor da equidade, justia social e defesa dos direitos sociais, especialmente em uma instituio hierarquizada como a Polcia Militar.
Atualmente, o Servio Social est ligado diretamente Gerncia de Sade, sendo responsvel pela implantao e coordenao dos seguintes programas de sade na Polcia Militar: – Programa de Ateno Integral Sade do Policial Militar – PAISPM – e Programa Sade para o Diabtico, que funcionam desde janeiro de 1996 e agosto de 1997, respectivamente. Nos prximos dias ser lanado oficialmente, no mbito da Polcia Militar, o Centro de Sade Integral do Policial Militar, que tambm contar com a participao do Servio Social, sendo este voltado para contribuir na melhoria do nvel de sade do policial miilitar e ainda motiv-lo melhoria da qualidade de vida.
Ao longo dos anos, o trabalho do assistente social vem alcanando reconhecimento, sendo necessrio a formao de uma equipe de assistentes sociais para fazer frente demanda sempre crescente. As assistentes sociais a par dos servios prestados, ainda se empenham pela conquista de respeito profissional e adequadas condies de trabalho, lutando pela prpria dignidade.
Com esta singela reflexo sobre o Servio Social na Polcia Militar, estendo o reconhecimento aos profissionais assistentes sociais, que no exerccio de suas profisses contribuem decisivamente para uma sociedade mais justa, atravs de uma interveno qualificada, desprovida de preconceitos, municiada com saberes especficos, dentro dos princpios ticos fundamentais e da universalidade de acesso aos bens e servios.

Francisco de Assis Alencar coronel da PM R. RG 4.644 PM/GO

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